terça-feira, 29 de novembro de 2016

Podemos nos encontrar com Deus?

 Autor: Rodrigo Stenio

Essa é realmente uma pergunta pertinente e difícil de responder...realmente é algo para se meditar muito! Acredito em duas hipóteses mais plausíveis e possíveis. A primeira é mais estreita, mais direta e ao menos para mim, substancialmente mais otimista e de certa forma inocente e mais ortodoxa, por assim dizer...a segunda é mais ampla, mais complexa talvez, uma forma mais realista quanto ao ponto de vista das variáveis de nossa realidade, ou ao menos o que podemos perceber e interpretar dela, acredito que seja mais fria, mais distante, mas não menos possível e provável!
Eis a questão que resultou nesse texto: “Acreditas tu que alguém possa ser levado à presença do Criador nos Níveis superiores onde habitualmente chamamos de Céu..?”
Bom para responder a essa questão, preciso antes me perguntar muitas coisas...quem é o criador? Onde ele fica? Porque e de que forma está lá? Existe algo antes dele, que o tenha criado talvez? De que forma recebo e ou posso acreditar na informação de que existe uma força “maior”, capaz de criar, controlar e portanto aniquilar, se quisesse ou fosse necessário a tudo e a todos em todos os tempos do espaço, do universo?
Realmente não acredito que o ser humano seja uma casualidade natural e seletiva de forma aleatória. Não é aceitável para mim, que sejamos apenas uma evolução natural de um primata antigo...acredito que até esse mesmo, possa ter existido e evoluído naturalmente até certo ponto, mas depois desse, houve intervenção! Para mim isso está claro.
Algo mudou o rumo natural da evolução seletiva aleatória daqueles primatas que foram os mamíferos primitivos mais parecidos com o que somos hoje. Algo que para muitas culturas e religiões, são cultuados até hoje como Deuses...
Livros, cartas, placas, personagens, sangue, suor, lágrimas, ossos, poeira, água, o céu, as estrelas...há muito material e muitas interpretações! Realidades que já foram a vanguarda do conhecimento e do aprimoramento transcendental e civilizacional de humanos, se perdeu, se recriou, se reciclou e foi novamente escrito ou contado verbalmente e finalmente interpretado mais uma vez. Muitos foram os ciclos ou degraus evolutivos humanos nesse planeta, talvez até alguns personagens de grande importância, tenham se repetido através das culturas e tempos, como uma forma intencional da busca por esse aprimoramento biológico espiritual e social.
Hoje contamos com evidências incontestáveis de que as ideias evolutivas da espécie humana, não são apenas naturais e nem tão pouco apenas artificiais. Na verdade acredito ser um pouco dos dois...até certo ponto, foi natural, depois houve intenção direta, intencional e programada.
Então parto desse princípio, algo veio até nossa realidade, nosso planeta e nos fez como somos, para algum propósito. Não quero aqui, entrar nos méritos de questões como: Nossa criação teria se dado por motivos e seres benevolentes? Os criadores ou criador, nos fez para a demanda direta de seus próprios propósitos, ou havia um plano coletivo, algo que também gerasse continuidade e razão “saudável” para nossa existência?
Vou apenas me ater ao fato de que para mim, fomos criados, se não totalmente, uma parte de nós não é daqui. Partindo daí, fica inevitável pensarmos que existem degraus, patamares, diferenças entre o que somos e seres no mínimo mais evoluídos e avançados, complexos por sua própria natureza e provavelmente tempo de existência e percepção do possível.
Vislumbro que o universo, seja multi expansível e jamais tenha parado de se multiplicar em espaços e tempos lineares, pertencentes à um patamar de realidade, ou dimensão; como também cresça e se multiplique nos planos não lineares, ou diversos planos e mundos paralelos ao nosso. Para mim a teoria dos multiversos faz muito sentido e explica, ou ao menos indica que há pontos de intersecção entre o que nos diz a ciência moderna e diversas filosofias religiosas. Estas, se complementam, se unificam e assim parte do todo começa a fazer algum sentido...
Se então considerarmos que algumas dimensões paralelas formam o que podemos ao menos aceitar como nosso mundo, podemos pensar em locais como o inferno, o purgatório, o céu e muitos outros locais citados e explicados por essas filosofias e traçar um paralelo. Gosto de uma teoria que diz que “nosso mundo” possui algumas dimensões, são complementares e estão completamente correlacionadas e ligadas umas com as outras por sua própria existência empírica, não haveria o “nosso mundo”, sem uma dimensão sequer dessas...é como uma espécie de motor, são engrenagens que tem sua função distinta, com menor ou maior importância para o todo, mas para a perpetuação e continuidade desse mesmo, todas são imprescindíveis!
Nessa coleção de realidades paralelas complementares e correlatas, existe a nossa, costumeiramente chamada de terceira dimensão, talvez porque sejamos capazes de intuir e compreender por enquanto, de forma absolutamente resoluta ao menos, apenas três dimensões. A altura, a largura e o comprimento. Dentro dessa nossa gama de possibilidades da compreensão da realidade, a fronteira de nossa dimensão, existem diversos seres que estão muitos passos evolutivos em nossa frente, mas de certa forma ainda estão “presos” em nossa mesma dimensão. Portanto embora possam ser mais evoluídos, ainda estão dentro do nosso patamar evolutivo dimensional. Acredito que apenas dentro desse nosso “degrau” já haja uma discrepância enorme entre o tempo de existência e processos evolutivos de diversas espécies, raças e sub raças. Como em uma empresa, existem aqueles que chegaram primeiro e já tem mais experiência, mais “poderes”, mais permissões...mas no fim, estamos todos trabalhando para a mesma empresa, na mesma empresa.

Esquema demonstrativo de dimensões e etapas evolutivas intermediárias.

Partindo desse pressuposto, podemos imaginar que outras dimensões ou degraus evolutivos da percepção e compreensão da realidade espiritual e substancial, também existem em vários outros níveis e graus evolutivos ou ciclos de existência. Podendo ser em níveis inferiores, ou superiores. Como um paralelo às teorias religiosas, à essa mais científica, podemos citar novamente o inferno e o purgatório por exemplo. Seriam dimensões inferiores, “locais” no tempo e espaço previsivelmente programados para estarem abaixo da nossa esfera, bem como estamos abaixo de diversas outras esferas dimensionais.
Esses seres mais evoluídos, dentro de nosso patamar dimensional, são para mim, as entidades biológicas inteligentes que estão mais próximas de nós, separadas muitas vezes pelos graus evolutivos ou ciclos de existência, comumente são chamados de seres extraterrestres e isso se dá pelo fato de simplesmente não terem nascido em nosso planeta, dentro do nosso estágio ou ciclo. Já em patamares evolutivos superiores ou inferiores, dimensões mais altas e mais baixas, existem seres que eu considero como interdimensionais, já atingiram capacidades maiores ou ainda não estão em nossa realidade evolutiva, podem visualizar e compreender a realidade de forma incomparável com a nossa, ou ainda não possuem o que é necessário para estar aqui conosco de forma direta. Alguns desses que nos visitam, o fazem porque já atingiram uma tecnologia que os permite subverter as leis da física como as conhecemos, ou porque tem intenções e “permissões” para tal, são seres com missões benevolentes ou não, mas estão aqui para interagir conosco de forma mais direta e cumprem o seu próprio papel de existência, realizando isso! Podemos estabelecer contato com entidades inteligentes de graus diferentes dentro de nossa esfera dimensional e com seres de fora de nossa própria dimensão. Então seguindo essa ordem, temos seres distintos: Seres inteligentes terrestres humanos que estão na terceira dimensão; seres inteligentes extraterrestres em nosso nível de grau evolutivo ou não mas dentro de nossa própria dimensão, outros em outros graus evolutivos também e seres interdimensionais, que são justamente os que são capazes de atravessar as fronteiras de graus evolutivos e mesmo de dimensões inteiras. Além desses, ainda me atrevo a perceber, que devem existir seres extradimensionais. São ainda mais evoluídos, “flutuam” no espaço entre os espaços...seriam os mentores dos seres interdimensionais e os responsáveis pela manutenção da ordem entre os “mundos” compostos por diversas dimensões.




Partindo desse pressuposto, podemos imaginar que outras dimensões ou degraus evolutivos da percepção e compreensão da realidade espiritual e substancial, também existem em vários outros níveis e graus evolutivos ou ciclos de existência. Podendo ser em níveis inferiores, ou superiores. Como um paralelo às teorias religiosas, à essa mais científica, podemos citar novamente o inferno e o purgatório por exemplo. Seriam dimensões inferiores, “locais” no tempo e espaço previsivelmente programados para estarem abaixo da nossa esfera, bem como estamos abaixo de diversas outras esferas dimensionais.
Esses seres mais evoluídos, dentro de nosso patamar dimensional, são para mim, as entidades biológicas inteligentes que estão mais próximas de nós, separadas muitas vezes pelos graus evolutivos ou ciclos de existência, comumente são chamados de seres extraterrestres e isso se dá pelo fato de simplesmente não terem nascido em nosso planeta, dentro do nosso estágio ou ciclo. Já em patamares evolutivos superiores ou inferiores, dimensões mais altas e mais baixas, existem seres que eu considero como interdimensionais, já atingiram capacidades maiores ou ainda não estão em nossa realidade evolutiva, podem visualizar e compreender a realidade de forma incomparável com a nossa, ou ainda não possuem o que é necessário para estar aqui conosco de forma direta. Alguns desses que nos visitam, o fazem porque já atingiram uma tecnologia que os permite subverter as leis da física como as conhecemos, ou porque tem intenções e “permissões” para tal, são seres com missões benevolentes ou não, mas estão aqui para interagir conosco de forma mais direta e cumprem o seu próprio papel de existência, realizando isso! Podemos estabelecer contato com entidades inteligentes de graus diferentes dentro de nossa esfera dimensional e com seres de fora de nossa própria dimensão. Então seguindo essa ordem, temos seres distintos: Seres inteligentes terrestres humanos que estão na terceira dimensão; seres inteligentes extraterrestres em nosso nível de grau evolutivo ou não mas dentro de nossa própria dimensão, outros em outros graus evolutivos também e seres interdimensionais, que são justamente os que são capazes de atravessar as fronteiras de graus evolutivos e mesmo de dimensões inteiras. Além desses, ainda me atrevo a perceber, que devem existir seres extradimensionais. São ainda mais evoluídos, “flutuam” no espaço entre os espaços...seriam os mentores dos seres interdimensionais e os responsáveis pela manutenção da ordem entre os “mundos” compostos por diversas dimensões.

Isso por si só, gera já um conceito evolutivo espiritual e substancial da percepção cognitiva individual energética. Ou seja, estamos seguindo um plano evolutivo que está e é separado por etapas. Podemos e devemos por suposição lógica, repetir o mesmo projeto por indizíveis vezes, até que estejamos prontos para subir esse degrau ou grau evolutivo, até atingir uma nova dimensão. Uma vez lá, creio que só seja possível se retroceder, se algo muito grave no planejamento total for alterado por um indivíduo ou intenção coletiva que realmente faça alguma diferença substancial nesse planejamento final, ou por vontade própria, resignação e nova oportunidade de reaver conceitos e necessidades. Então, uma vez que tenhamos alcançado o degrau evolutivo ou dimensão de cima, só poderíamos retroceder para interferir diretamente nos “planos”, ou porque ainda vemos a necessidade de estarmos em projetos inferiores, necessidades subjetivas, ou para o benefício e mesmo malefício de uma porção mais coletiva e numerosa de pessoas.
Então há uma ordem, uma sequência, uma resolução intencional e compreensível do que nos cerca e do que cerca o que nos cerca! Não há o acaso, a ideia de que algo aconteça de forma completa e absolutamente aleatória! O fato de as “coisas” acontecerem, na hora certa, no local correto, da forma em que se apresentou, é regida por uma lei universal da evolução do ser individual em todos os âmbitos, degraus, dimensões, mundos, aglomerados de mundos e magnitudes possíveis.
Então para mim, algumas dimensões e seus respectivos degraus evolutivos (o número exato não é relevante e sim o conceito em si) formam um “mundo”, um conjunto de intenções, sentimentos e necessidades, que estão interligados e coexistindo. Obviamente em patamares evolutivos diferentes, mas com interações entre eles. É uma visão que parte do macro para o micro cosmos. É comum que olhemos para cima e procuremos o que está além de nós, do micro para o macro, mas para responder à essas questões tão elementares e essências, penso que devemos tentar o exercício de fazer o contrário. Apenas pela realização desse mesmo, conseguimos ver e notar como somos pequenos dentro de uma “organização” universal inteligente cósmica intencional.
Se seres extradimensionais são os responsáveis pelos “mundos”, o que vem a seguir? Concluo que esses, são o que estão em nosso limiar possível de compreensão e percepção de frequências energéticas. Esses, são os que são cultuados como “Deuses”, deram origens às maiores religiões e filosofias espiritualistas de toda a existência humana na Terra, através de suas intervenções. Em minha percepção e opinião, seriam esses os antigos “Deuses” astronautas, aqueles que podem e devem controlar e interferir se necessário, no rumo transicional dos degraus evolutivos, posteriormente às dimensões e chegando aos diversos mundos pelo qual são responsáveis.
Creio que a próxima etapa, seja a de uma espécie de Conselho Cósmico Intergaláctico, de alguma forma em algum tempo dentro do espaço e entre ele, seres extradimensionais escolhidos e mais experientes e expansivos quanto à consciência macro cósmica, suas necessidades e prioridades, formem uma elite de comando que supervisione e direcione os planos superiores!





Mais uma vez volto a ressaltar que esse exercício de visualizar o “todo”, indo do macro para o micro, onde estamos, serve ao menos para mostrar o quão insignificantes somos perante a ordem universal cósmica. Em minha observação livre, ainda vejo um patamar igualmente importante e gigantesco do que seria a ordem evolutiva, até encontrarmos com “Deus”. Nesse “local”, tempo, ou existência, há ainda um novo estágio, onde seres essenciais elementares, estão “cuidando” do que a máxima energia consciente e suprema, ou “Deus”, criou. Esses seres essenciais elementares, seriam uma extensão direta e resoluta da expoência máxima dessa equação.
Abro espaço aqui, para traçar outro paralelo cultural com algumas crenças e filosofias religiosas. Nos estudos das religiões cristãs, ou que derivam da existência e ensinamentos de Jesus, muito se fala em Santíssima Trindade, algo como o Pai – Deus, o Filho – Jesus e o Espírito Santo...Em minha visão, não existe distinção do que seria Deus, para com essas sub divisões primárias, são extensões naturais, não apenas da essência energética natural e intrínseca ao ser imaginado como Deus, mas também uma capacidade intencional e racional de se sub dividir e se manifestar de formas diferentes, por isso chamo essas manifestações, de seres elementares essenciais. Podem ser uma voz, uma pequena porção de fogo, vento, água, podem se manifestar como qualquer elemento conhecido ou mesmo desconhecido para nossa humanidade, mas pode também se manifestar de forma integral, com um corpo físico mesmo, bem como ocorreu com Jesus e diversas outras pseudo “divindades”, em diversos outros tempos e ciclos humanos. Mas não creio que tenham estado aqui de forma direta e sem intermediários, como essas filosofias religiosas sugerem, apenas sabemos de sua existência e valor, por outros contatos realizados, por outros seres “menores”, por assim dizer, que aqui estiveram e até socializaram conosco...
Creio que essa modulação individual de uma matriz energética consciente e superior, seja não apenas vital para o funcionamento do universo, como para se estabelecer comunicações nos diversos mundos em etapas diferentes de evolução pelo cosmos.



Finalmente, creio que de alguma forma, em algum lugar ou tempo, de forma visível ou não, existe uma consciência primordial, algo que por motivos inimagináveis para mim, se tornou tão poderosa e atuante, que pode submeter a existência de muitas vidas sob a sua “supervisão” e vontade própria.
Provavelmente seja capaz de interferir de forma substancial com tudo o que acontece dentro de “seus domínios”. Não sei se existe algo anterior, algo que tenha criado o criador, um plano ainda maior, com todas as subdivisões que demonstrei nesse texto, mas também não creio que esteja, se houver, dentro de nossas possibilidades remotas de compreensão.



Não sei se fui capaz de explicar através de palavras, a ideia que eu faço sobre uma possível ordem organizacional do que seria o nosso Universo. Começando com mundos compostos por diversas dimensões e sub estágios ou ciclos evolutivos, chegando a conglomerados de muitos mundos, super mundos, ultra mundos e finalmente o hiper mundo, onde estaria Deus.
Seguindo essa minha divisão, concluo que sim, existem possibilidades de sermos capazes de encontrar com Deus, mas não seria ele mesmo, não seria sequer suas sub divisões elementares essenciais. Ao menos para mim, tudo que já se manifestou à absolutamente todos os seres viventes da Terra e na Terra, não passaram de seres extraterrestres, viventes em outros planetas, dentro de nosso patamar dimensional e ou em diferentes estágios ou graus evolutivos desse patamar; seres interdimensionais, em dimensões muito superiores e inferiores à nossa e seres extradimensionais. Esses últimos, os que cuidam de mundos inteiros, suas dimensões e sub divisões por graus evolutivos, são aqueles que eu considero como tendo sido vistos e interpretados como “Deuses”. Creio que já estejam no limiar fronteiriço de nossas possibilidades físicas e intelectuais em compreender o que nos cerca e pode interagir conosco.
Claro que por essa interação com esses seres, recebemos não apenas muitos ensinamentos e conceitos, mas também um pequeno vislumbre do que seria Deus e todo o resto das organizações superiores. Esses seres extradimensionais, estão aqui desde sempre. Desde que a vida surgiu, as dimensões foram criadas, bem como seus graus de estágios evolutivos. Ao menos para mim, fica claro que eles são responsáveis por humanos vistos e tidos como extremamente evoluídos que por aqui passaram e deixaram legados e frutos colhidos e cultuados até hoje. Jesus, Buda, Maomé, Brahma, Shiva, Mitra e muitos outros, foram extensões de Deus, aqui representados pela consciência energética de seres extradimensionais, ou alma, encarnadas em corpos humanos aqui na Terra.

É muito confortável e acolhedor, imaginarmos que estamos sendo vistos e cuidados diretamente por Deus, pelo criador. Mas se formos mais racionais que passionais, chegaremos facilmente à conclusão que o Hiper Mundo, onde talvez esteja Deus, é algo incomensuravelmente vasto, “longe” e ainda em expansão! Não vou aqui discutir sua grandeza e gama de possibilidades e virtudes, mas se há alguma lógica substancial e uma ordem energética primária e evolutiva, então devemos nos apequenar. Devemos ter a humildade de aceitar, que sequer somos completamente capazes de compreender nossos próprios graus evolutivos, dentro de nossa esfera dimensional. Imaginar as realidades, propriedades e possibilidades de outras dimensões, ainda são práticas consideradas improváveis e sequer amplamente aceitas. Ou seja, nossos corpos através de nossos sentidos, nossa mente com nossas propriedades intelectuais e psicossomáticas, a alma através de nossa evolução energética primária consciente, são ainda pouco evoluídas para sermos capazes de ver Deus, estar com Deus, sequer vislumbrar vagamente o que ele seria, ou em qual realidade e de que forma ele se encontraria...

Dos diferentes seres que nos visitam, talvez muitos deles nem estejam em esferas dimensionais diferentes das nossas, são extraterrestres, apenas em graus evolutivos diferentes. Apenas por esse “pequeno” passo adiante, já se apresentam com tecnologias incríveis e provavelmente com culturas muito mais avançadas em suas filosofias e composições biológicas. Imagino então que quando seres mais evoluídos ainda, como os interdimensionais nos visitam, essa impressão de divindade seja ainda maior. Como explicar então, as visitas de seres extradimensionais? O que isso nos representaria enquanto seres vivos, inteligentes e sensíveis, o quanto esses encontros seriam vistos como mágicos, verdadeiramente um encontro com Deus?
Para mim, esse é o limite, esse seria o nosso encontro com Deus, nada mais...em minha visão estamos muito longe e somos muitos novos para querer um encontro pessoal e direto com o criador.




Catálogo de Divisões Evolutivas entre Seres Viventes:

Seres Humanos – (Viventes na Terceira Dimensão), sob a minha óptica, passam por ciclos evolutivos encarnatórios diversos, podendo voltar à dimensões inferiores quando necessário e ou evoluir ao ponto de desencarnar em nosso plano e voltar a encarnar em estágios superiores dentro de nossa dimensão.

Seres Extraterrestres – (Viventes na Terceira Dimensão), ainda estão em nosso plano dimensional evolutivo, mas são mais “antigos”, ou por fatores desconhecidos, se desenvolveram de forma mais rápida, podem viver em degraus ou estágios evolutivos mais complexos e desenvolvidos, mas ainda se encontram dentro do nosso eixo dimensional.

Seres Interdimensionais – (Viventes acima da Terceira Dimensão), estão fora do nosso plano dimensional, já estão em processo evolutivo há mais tempo e podem romper, ou distorcer as leis da física como as conhecemos, de modo a “saltar” entre dimensões, creio que tenham um papel fundamental para o desenvolvimento de espécies que ainda se encontram presas em apenas um plano, ou eixo dimensional.

Seres Extra Dimensionais – (Viventes fora dos planos Dimensionais), estão entre as dimensões existentes, podem “circular” e interagir entre as dimensões, sejam quais forem elas, de forma que já não mais necessitam de matéria, ou mesmo estejam submetidos às leis da física, que conhecemos e compreendemos. Creio que alguns desses seres, “cuidem” de muitos planos dimensionais diferentes, orientando e submetendo outros seres em graus evolutivos diferentes, às suas intenções e demandas, como os próprios seres interdimensionais, extraterrestres e por algumas vezes, até mesmo seres humanos, esses são o que eu chamo de pertencentes ao Conselho Galáctico.

Seres Elementares Essenciais – (Viventes no Ultra Mundo), estão entre os espaços e tempos possíveis, se os seres extradimensionais interferem e “comandam” muitas dimensões, os seres elementares essenciais são uma extensão direta do que eu chamo de consciência cósmica, ou Deus. São responsáveis pelo gerenciamento direto de tudo que pode e deve ser vivente no cosmos, não são Deus, mas creio serem a forma que Ele, encontrou para se comunicar mais amplamente e diretamente com outros seres em diferentes graus evolutivos.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O pensamento e a física quântica

Professor Moacyr
Antes do advento do paradigma quântico relativístico, a ciência oficial nada tinha a declarar sobre pensamento,  sua  possibilidade  de  transmissão  e  interferência  na  matéria.
 Acreditava-se  que,  no máximo, o pensamento poderia influenciar atitudes positivas ou não do pensador, podendo criar situações de auto sugestão, com resultados sempre limitados e discutíveis.
A ciência acadêmica nos descrevia um universo pronto e acabado, cabendo-nos apenas observar suas leis, sem que sobre elas tivéssemos a menor possibilidade de interferência.
Essa posição é um corolário adotado pela concepção newtoniana do universo-máquina e consagrada nos postulados do materialismo realista.
Entretanto, bem antes do exame filosófico dos postulados da Física Quântica, disciplinas científicas,  como  a  parapsicologia,  hoje  conhecida  como  ciência  noética,  realizavam  experiências, comprovadas por métodos estatísticos probabilísticos, demonstrando a possibilidade de transmissão do pensamento, o que restou catalogado como telepatia.
Na década de 70, do século passado, as jornalistas americanas Sheila Ostrander e Lynn Schroeder em viagem pela então União Soviética, relatam uma série de experiências na área chamada paranormal, em que se verificava, independentemente de distância, a transmissão do pensamento.
Hernani Guimarães Andrade noticia interessantíssimo experimento realizado pelo pesquisador russo  Leonid  Vassiliev.  Nessa  experiência, conseguiu-se  hipnose  por  telepatia,  estando  hipnólogo e sensitivo em salas separadas, com as paredes feitas de chumbo e emendas em mercúrio.
Vale dizer que nenhuma  radiação  eletromagnética  conhecida  poderia  se  transmitir  de  uma  sala  a  outra.
As  primeiras conclusões  apontavam  para  a  possibilidade  tetradimensionalda  chamada  onda  produzida  pelo  pensamento.
Atualmente Dean Raskin, phD. realiza experiências semelhantes.
Coloca em salas separadas, com  as  mesmas  características  daquelas  acima  descritas,  pessoas conhecidas ou  não,  uma  em  cada sala, com suas cabeças ligadasa pet-scanners, aparelhos de alta sensibilidade, registradores das ondas cerebrais.
Um  dos  sujeitos  da  experiência  recebe  uma  série  de  flashes  luminosos  em  seus  olhos.  Na outra sala, as ondas cerebrais do outro participante do experimento sofrem alterações, como se o cérebro houvesse recebido os estímulos correspondentes a setenta por cento dos recebidos pelo outro colaborador.
Segundo  Raskin,  a  experiência  comprova,  como  tantas outras  do  mesmo  gênero,  que  seria exaustivo elencar, a lei fundamental da Física Quântica, segundo a qual nada no Universo está isolado, chamada Lei da Interconectividade ou do Emaranhamento.
Raskin  é  também  responsável  pela  criação  dos  chamados  geradores  aleatórios.
São  máquinas, colocadas em diferentes lugares que, ao longo do dia, emitem aleatoriamente os algarismos zero e um.
Ao final de 24 horas, como num jogo de cara ou coroa, o número de  algarismos, zero e um,deve ser praticamente o mesmo.
No entanto, acontecimentos que envolvem grandes emoções, responsáveis pela emissão em bloco de pensamentos semelhantes, alteram a paridade dos algarismos.
Essas máquinas foram instaladas no tribunal e em vários pontos dos Estados Unidos, por ocasião  do  julgamento  do  atleta  O. J. Simson. 
Assim,  havia delasem  locais  públicos,onde as  pessoas  se reuniam para assistir ao julgamento televisado para quase todo o país.
Nos momentos de maior impacto, de grande emoção e consequente liberação de energia, desaparecia o equilíbrio entre os algarismos emitidos, com larga predominância de um deles.
Por  ocasião  do  atentado  às  Torres  Gêmeas, a verificação dos registrosdos geradores mostrou que, desde que o plano foi posto em andamento, começou a se ampliar a diferença entre o número de algarismos emitidos, chegando essa diferença ao máximo por ocasião da colisão do primeiro avião com uma das torres.
A Física Quântica, que trouxe definitivamente a consciência do observador como elemento atuante nos fenômenos físicos, nos demonstra o fato de ser o pensamento uma forma de energia, transmitida atravésde espaços com mais de três dimensões.
Em 1935, foi realizada a experiência que revolucionou a lógica tradicional e os conceitos mais ortodoxos da ciência: a experiência da dupla fenda.
Nela, elétrons lançados contra uma chapa com dois orifícios, às vezes se comportavam como onda,  produzindo um padrão de interferência e, às vezes, se comportavam como partículas.
As consequências técnicas surgiram de pronto. Mas muito tempo passou até que os cientistas tivessem a  coragem  de  fazer  a  pergunta  cuja  resposta  causava  temor  aos  ortodoxos:
O  que  é  que  faz  o elétron assumir um comportamento ou outro?
E chegaram à mais revolucionária conclusão da ciência contemporânea: “Aconsciência do observador”, o pensamento do observador.
Os físicos começaram a falar em grau de consciência daspartículas. O elétron, como consciência  menor,  tentando  comportar-se  de  modo  a  satisfazer a  expectativa  de  uma  consciência  maior.  Uma confirmação  das  afirmações  de  Kardec,  ao  postular  a  existência  de  uma  consciência  em desenvolvimento, do átomo ao Arcanjo.
Hoje sabemos que as partículas subatômicasmudam de comportamento ao passarem de não ob-servadas para observadas. O simples ato de medir altera seu comportamento, logo não há mais um observador apartado do observado e sim uma interconexão.
Esta, para Stuart Hameroff, diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade do Arizona, é uma das melhores confirmações daespiritualidade.
A  respeito  dainfluência  do  pensamento  sobre  a  matéria,  encontramos  em  Fritjof Capra: “Minha decisão consciente sobre a forma como vou observar um elétron irá, até certo ponto, determinar-lhe as propriedades. Se eu fizer uma pergunta própria de partícula, ele me dará uma resposta de partícula.
Se eu fizer uma pergunta própria de onda, ele me dará resposta de onda”.
Para Capra, o observador não é necessário apenas para observar as propriedadesde um fenômeno atômico, mas é necessário até para causar essas propriedades.
William Tiller, ph.D., criou um aparelho eletrônico chamado holodeck. É um verdadeiro materializador  de  pensamentos.  Assim,  colocando  meditadores  próximos ao  aparelho,  concentrando-se  no pensamento  de  que  esse  aparelho  adquirirá  a  propriedade  de  fazer  o  ph  da  água  baixar  uma  unidade, esse pensamento outorga ao equipamento a propriedade desejada.
Vê-se, então,que para a Física Quântica, num universo entrelaçado, o pensamento é uma forma de energia que nos guindou da posição de meros observadores para participantes, utilizando a expressão do físico John Wheeler.
Candace Pert revelou que, através de nossos pensamentos e emoções, produzimos,no hipotálamo, químicos que irão alimentar nossas células de modo benéfico ou prejudicial.
Por isso, o perdoar, mudar a faixa vibratória, é de extrema utilidade para quem perdoa, pois é  este quem se beneficia e se liberta.
A Física Quântica explica porque Jesus mandou perdoar.
E os cientistas se interrogam:
Quem é o observador? Quem produz o pensamento?
E William Tiller, Fred Allan Wolf e Amit Goswami, entre outros, não titubeiam ao responder:
O espírito.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Dale E. Graff

"Desafiando predominante ortodoxia científica, o Centro de Pesquisas Rhine (RRC) criou uma nova maneira de pensar sobre fenômenos inexplicáveis, incluindo a nossa percepção extra-sensorial naturais (ESP) talentos, e demonstrou que nossas mentes estão interligadas com os outros e nosso ambiente de forma aparentemente independentes . do espaço-tempo esta descoberta é apenas o começo: o desafio existente para o RRC é expandir seu paradigma deslocando investigações para quantificar ainda mais a extensão dessa interligação e para fornecer os links e integração entre os domínios físicos e mentais para uma melhor compreensão da realidade por uma ciência em evolução. " - Dale E. Graff, MS

Com formação em Engenharia Aeronáutica e Física e uma extensa experiência em pesquisa e aplicações de fenômenos parapsicológicos, o Sr. Dale E. Graff é um pesquisador, escritor e palestrante internacionalmente conhecido por seus insights sobre os processos da mente. Diretor de STARGATE, o programa do governo para pesquisa e aplicações de aspecto visão remota de percepção extra-sensorial (ESP), cunhou o nome STARGATE para simbolizar um esforço inovador da exploração que ampliou o leque de potencial humano. Começou a investigação formal sobre fenômenos psíquicos ou psi no início da década de 1970 e é um dos maiores especialistas em fenômenos psi. O mesmo é reconhecido por sua compreensão dos nossos talentos psíquicos naturais como sendo um espectro disponível enquanto acordado, consciente Estado Psi, (CSP) e ao mesmo tempo dormindo e sonhando, Sonho Estado Psi (DSP). Publicou varios livrios como RIO SONHOS, trouxe reconhecimento internacional no qual descreve a sua evolução pessoal dentro de algumas areas científicas buscando aceitar a realidade de habilidades psi. Seus livros foram elogiados por sua honestidade e pela forma como ele apresenta experiências psíquicas em uma perspectiva neutra, livre de sistemas de dogmas e crenças. Já apareceu em vários programas nacionais e internacionais de TV, incluindo Good Morning America, Larry King Live, O Relatório Crier, CNN Sunday Morning News, e vários documentários para a A&E e History Channel. Em 2013, ele participou da produção de TV ABC 20/20 sobre précognição e foi parte de uma série sobre paranormalidade produzido pela National Geographic Channel. Atualmente participa de seminários e workshops, realiza investigações PSI e publicação de artigos.

O poder da mente

Postado em Mythos Editora

Os chamados poderes ou capacidades paranormais realmente existem e são aceitos pela ciência? E em que estado se encontram as pesquisas científicas sobre o tema? Alguns dos maiores parapsicólogos do Brasil falam sobre o assunto.
 
Gilberto Schoereder
É provável que os fenômenos parapsicológicos, ou psi, nunca tenham sido tão pesquisados e discutidos pela ciência quanto nos dias atuais. Inúmeras faculdades em todo o mundo dedicam muito tempo aos experimentos e ao desenvolvimento de pensamentos teóricos. Cientistas consagrados também têm se manifestado sobre o tema, mas apesar disso ainda pode se encontrar muita resistência em falar sobre o assunto.
 
Um exemplo dessa postura pode ser visto na pesquisa realizada pelo dr. Richard Coll com cientistas das universidades de Waikato e Leicester; o resultado mostrava que a maioria dos pesquisados não descartava a possibilidade de que algumas casas possam abrigar fantasmas (para não falar que eles acreditam que, no passado, alguma raça alienígena possa ter vindo à Terra). Mas quando se trata de apresentar suas crenças ou idéias publicamente, a coisa é diferente.
 
Afinal de contas, é possível hoje em dia se dizer que existe algo como sexto sentido, poderes mentais, capacidades paranormais, psi ou mediúnicas? Para o psicanalista Jayme Roitman, membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas do CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia), há evidências científicas da existência de fenômenos psi, e isso se levando em conta os milhares de relatos, pesquisa de casos espontâneos e, principalmente, os resultados significativos em laboratório.
 
“Existem os que negam os fenômenos”, explica Roitman. “Que razões os levam a isso? Vou dividi-los em duas categorias. Uma parte dos críticos considera, por cautela, que é preciso resultados mais significativos nas pesquisas para que se possa afirmar a existência de psi e que mais experimentos devem ser feitos. Tenho muito respeito por essa posição. Por outro lado, existem aqueles que simplesmente a negam: como psi parece não estar de acordo com certos paradigmas científicos atuais, psi não pode existir. Vejamos, por exemplo, aquele que possivelmente é o maior crítico do mundo quanto aos experimentos laboratoriais de psi, o psicólogo norte-americano Ray Hyman. Quando analisou experimentos cujos resultados eram significativos para a hipótese psi, ele avaliou: ‘Não pude encontrar nenhuma falha, se há alguma presente. Mas também é impossível, em princípio, dizer que qualquer experimento em particular ou série experimental é completamente livre de possíveis falhas’”.
 
A professora Fátima Regina Machado – diretora-executiva do Centro de Estudos Peirceanos e co-diretora do Inter Psi, da PUC de São Paulo – acabou de defender sua tese de doutoramento, A Ação dos Signos nos Poltergeists - Estudo do processo de comunicação dos fenômenos Poltergeist a partir de seus relatos. Segundo ela, “a aceitação da existência de psi implica na mudança de paradigma, de visão de mundo. Por isso há tanta resistência. Para aqueles que julgam ter sua visão de mundo apoiada em bases científicas sólidas, é terrível pensar que talvez isto possa ruir. Assim, preferem negar em vez de pesquisar”.
 
ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO.
 
O psicanalista Wellington Zangari - Mestre em Ciências da Religião, doutorando em Psicologia (IP-USP), Membro do Lab. de Psicologia Social da Religião (USP) e Coordenador do Inter Psi – diz que existem críticos à parapsicologia cujos argumentos parecem estar alinhados à visão tradicional ou clássica de ciência. “Por outro lado”, ele explica, “é inegável que a parapsicologia conquistou certo espaço científico. Assim, não se pode dizer que haja uma aceitação integral da parapsicologia nos meios científicos, da mesma forma que seria incorreto dizer que há rejeição”.
 
Ele também fala sobre a necessidade de se ter um novo paradigma, não metodológico, mas teórico. “O método científico tem se mostrado impecável para a apreensão dos fenômenos”, diz Zangari. “O que precisamos é uma teoria explicativa desses fenômenos. Conhecemos os efeitos de psi, já dispomos de muitas correlações fortes entre variáveis psicológicas (como tipos psicológicos, personalidade, atitude, crenças e motivação), características entre o sujeito experimental e o tipo de experimento (uso de material de forte impacto emocional e dinâmico), variáveis psicofisiológicas (uso de estados alterados de consciência como sono, meditação, relaxamento, hipnose e ganzfeld; esta última é uma técnica com o objetivo de propiciar um estado psicofisiológico capaz de fazer o cérebro produzir maior quantidade de imagens mentais), variáveis ambientais (como a variação dos campos geomagnéticos). Mas não temos qualquer teoria que seja integradora de todos os resultados encontrados, tanto na pesquisa experimental quanto nas pesquisas de casos espontâneos. Pessoalmente, vejo que um bom modelo, ou seja, um modelo que seja experimentalmente testável, deverá sair da física. Mas ele deverá se integrar com alguma teoria forte da psicologia, já que sabemos que os fenômenos psi são dirigidos pela mente humana. Particularmente, gosto de pensar que o que chamamos de mente talvez esteja presente no que chamamos de matéria. Uma teoria testável que dê conta de ambos os aspectos do fenômeno poderá ser útil. Essa teoria ainda não existe, apesar de algumas boas tentativas atuais como a teoria holográfica”.
 
Jayme Roitman destaca que a parapsicologia é uma ciência que está no estágio de pesquisa básica ou seja, não aplicada. “Penso que é prematuro qualquer tentativa de aplicação prática de psi atualmente”, diz Roitman. “Como o fenômeno é espontâneo, fica difícil estudar sua características”. Da mesma forma ele explica que não existe consenso com relação aos mecanismos envolvidos que possibilitem psi. “Existe desde explicações que sugerem que ela não é física, até aquelas que propõem que psi é somente física, correlacionando-a com dinâmicas física quântica. Não existe uma teoria geral de psi que tenha aceitação unânime entre os pesquisadores”.
 
Wellington Zangari entende que não vai demorar para que se tenha um modelo suficientemente abrangente de psi, uma vez que há pesquisadores de psi que são bons físicos e bons psicólogos que já propuseram teorias que procuram integrar, parcialmente, os dados disponíveis.
 
IDEOLOGIA E PODER.
 
Segundo Zangari, uma análise do sociólogo James McClenon, em seu livro Deviant Science: The Case of Parapsychology, pode ser útil para se compreender os processos de aceitação e rejeição da parapsicologia no contexto científico. McClenon sustenta que a rejeição por parte dos cientistas se dá por conta da impregnação do cientismo na mentalidade cientifica. E por cientismo ele entende “o corpo de idéias usadas para legitimar a prática da ciência. Essas idéias são usadas para avaliar alegações de anomalias em termos de atitudes existentes na ciência institucionalizada”. Assim, os cientistas definem o que é ou não ciência a partir do cientismo, que diz que as anomalias devem ser investigadas apenas quando puderem ser repetidas, investigadas em laboratório e permitirem explicações de tipo mecanicista.
Em 1969, a Parapsychological Association (PA) foi aceita como membro da American Association for Advancement of Science (AAAS), mas segundo McClenon isso não se deu devido à aceitação das anomalias estudadas pela parapsicologia, mas pelo papel desempenhado por aspectos políticos e retóricos que envolveram essa aceitação. A PA já havia pedido a afiliação quatro vezes antes, de 1961 a 1968, e tinha sido negada. A parapsicologia não sofreu qualquer alteração importante nesse período. Segundo Zangari explica, o que mudou foi que Douglas Dean, ex-presidente da PA, se esforçou no sentido de melhorar as estratégias retóricas dos membros da PA antes das audiências, tratando de apresentar a proposta de afiliação de forma aceitável do ponto de vista científico. Também foi importante o apoio da conhecida antropóloga Margareth Mead e o fato de que nove membros da PA também eram membros da AAAS. O presidente da AAAS, H. Bentley Glass, apoiou a afiliação, entendendo que as investigações eram científicas, apesar de dizer que os fenômenos que investigavam eram controvertidos ou inexistentes.
 
DESCONHECIMENTO.
 
Zangari diz que o episódio mostra que a instituição “ciência”, enquanto instituição humana, está à mercê de aspectos subjetivos. “Vemos que a aceitação da parapsicologia como campo científico legítimo passa, sobretudo, por questões ideológicas, filosóficas e de poder”.
 
Ainda assim, a parapsicologia não conta com a aceitação da maior parte dos “cientistas de elite”, como demonstrou uma pesquisa realizada pelo próprio McClenon, em 1982, com o objetivo de obter informações sobre a posição e conhecimento dos mesmos em relação à parapsicologia. Ele confirmou o alto grau de ceticismo dos cientistas com relação à ESP (extra sensorial perception, percepção extra-sensorial), dúvida que está relacionada à rejeição da legitimidade da parapsicologia. Segundo McClenon, entre a chamada elite “administrativa” dos cientistas, a crença na ESP “(...) está mais proximamente relacionada à experiência pessoal do que à familiaridade com a literatura sobre psi. (...) Pode-se esperar que os cientistas de elite defendam a visão de mundo científico mais vigorosamente que os cientistas que não são da elite, porque parte de seu papel como elite é definir a natureza da ciência. Isto os leva a estigmatizar os cientistas que investigam experiências anômalas (ou que tentam induzir tais experiências sob condições de laboratório) como tolos, incompetentes ou fraudulentos”.
 
O que ocorre então é que, apesar da maioria dos cientistas modernos aceitarem a legitimidade da pesquisa parapsicológica – e dos fenômenos, como demonstrava a pesquisa do dr. Richard Coll, apresentada no início da matéria – os cientistas de elite agem de maneira diferente, rejeitando alegações parapsicológicas.
 
Zangari se refere ao desconhecimento dos cientistas de elite a respeito das pesquisas parapsicológicas, seus resultados e suas implicações. O fato positivo que se verifica na pesquisa de McClenon é que existe um relacionamento positivo entre idade e crença na ESP. “Em 1981”, escreveu o sociólogo, a porcentagem de cientistas de elite da AAAS que nasceram antes de 1919 e que acreditavam na ESP como um ´fato´ ou como ´provável´, foi de 25%. Daqueles nascidos depois de 1936, 39% enquadram-se nessa categoria. Se essa correlação significa uma tendência, a maioria dos ´mais jovens´ cientistas de elite serão mais ´crentes´ na ESP nas próximas décadas”.
 
Roitman concorda que as opiniões diferentes dos cientistas com relação à parapsicologia se deve, principalmente, ao desconhecimento das pesquisas científicas de psi. “Arrisco dizer”, ele diz, “que a grande maioria dos cientistas nunca leu ou ouviu falar de pesquisa Ganzfeld. Quantos cientistas brasileiros sabem que existem teses de mestrado e doutorado sobre parapsicologia em universidades importantes, como a PUC-SP, USP e Unicamp? Some-se a isso o fato de ainda haver um certo preconceito no meio acadêmico sobre o tema, que tem diminuído gradativamente. Talvez seja um processo semelhante ao da psicanálise. Na primeira metade do século 20, era praticamente proibido mencioná-la em universidades. Submeter-se ao tratamento psicanalítico era algo feito de maneira clandestina. Hoje em dia, em alguns círculos sociais o vergonhoso é não ter sido analisado”.
 
Como diz Wellington Zangari, é importante notar que a legitimação da parapsicologia depende de fatores objetivos e subjetivos. Os objetivos são a validade dos métodos de avaliação utilizados, o peso das análises estatísticas favoráveis à existência dos fenômenos parapsicológicos. Os subjetivos estão relacionados a aspectos pessoais e grupais.
 
FENÔMENOS ESPONTÂNEOS.
 
Jayme Roitman também destaca a necessidade de se “falar o idioma predominante no meio acadêmico” para que a pesquisa psi conquistasse o status de ciência, e no caso o idioma é a estatística. Roitman lembra que as pesquisas sistemáticas dos fenômenos psi se iniciaram através de relatos e pesquisas de casos espontâneos (pesquisas de campo), e que a partir dessas situações é que se iniciaram os testes de psi em laboratório. “As pesquisas seriais mais completas em laboratório começaram em 1927, com Rhine (J.B. Rhine, 18951980). Desde essa época os pesquisadores priorizam este tipo de pesquisa”. Segundo Roitman, isso é motivado por diversas razões, mas três em especial: as verbas escassas destinadas à parapsicologia são, em sua maioria, concedidas para pesquisa em laboratório; a dificuldade em controlar as variáveis, inclusive a fraude, nas pesquisas de casos espontâneos; e a já citada necessidade de falar o “idioma” correto.
 
“O laboratório”, explica Roitman, “com seu clima emocional frio e monótono não é o local mais apropriado para manifestação de psi. O notável é que, mesmo nessa condição não favorável, encontramos psi em laboratório de maneira significativa, estatisticamente maior do que o esperado pelo acaso”.
 
Ele também considera importante frisar que a pesquisa de casos espontâneos é realizada por vários pesquisadores de psi, tanto no Brasil quanto no exterior. “Tenho realizado pesquisas de campo como supostos casos de poltergeist, pessoas desconhecidas do público que afirmam ter paranormalidade freqüente, pessoas que têm afirmado, na mídia, possuírem capacidades paranormais. Desses últimos cito Thomas Green Morton, Dona Ederlazil (que afirma materializar objetos no algodão) e Rubens Faria (dr. Fritz)”.
 
Roitman também aproveitou a oportunidade para solicitar, através da Sexto Sentido, que qualquer pessoa, médium ou não, que tenha experiência paranormal com alguma freqüência, que entre em contato com ele. “Fizemos um convite público ao Urandir Fernandes de Oliveira no sentido de pesquisá-lo de acordo com a metodologia parapsicológica. Por que será que ele não aceita o convite?”
 
ADAPTAR ÀS TÉCNICAS.
 
Segundo Zangari, o papel da ciência é o de avaliar qualquer alegação, mesmo que ela possa parecer colidir com seus postulados básicos, como por exemplo o de espaço e de tempo. “O que a ciência se propõe a fazer”, ele explica, “é a avaliação crítica de alegações, ou seja, verificar pela observação e pela experimentação se algo que é dito corresponde ao que existe na natureza. Uma hipótese é uma alegação, assim como o é o caso de alguém dizer que sonhou com algo que aconteceu no futuro”.
 
Assim, o que a pesquisa psi tem feito é aproximar as técnicas de pesquisa ao fenômeno que estuda. Não é o fenômeno que deve se adaptar às técnicas, mas as técnicas ao fenômeno. “Atualmente”, prossegue Wellington, “temos técnicas voltadas exclusivamente ao estudo de certas modalidades de psi, como a técnica de visão remota, para o teste de clarividência, os testes que usam geradores de eventos aleatórios, para testar a influência mental direta sobre eventos microscópicos como o deslocamento de partículas, e a técnica chamada de bio-pk, ou ´influência mental direta sobre organismos vivos´, em que se procura testar a influência da vontade sobre o funcionamento fisiológico de pessoas que se encontram à distância”.
 
Outro exemplo, segundo Zangari, é a tentativa de fazer com que situações em que a psi se manifestaria espontaneamente sejam o mais controladas possível. Ele diz que talvez não exista um laboratório mais perfeito a um pesquisador psi do que um cassino, local onde se encontram milhares de pessoas motivadas a ganhar os prêmios de suas vidas. “Se psi existe, ele deveria comparecer nos cassinos. Essa foi a aposta do dr. Dean Radin. Ele acompanhou vários cassinos de Las Vegas e descobriu que há períodos em que as casas perdem mais dinheiro. As correlações demonstram que esses períodos correspondem à alteração dos campos geomagnéticos. Como sabemos, tais campos se alteram conforme a proximidade e a ação do Sol, dentre outros fatores. Radin descobriu que os períodos em que o campo geomagnético está ´calmo´ são propícios para a ocorrência de psi, tornando os jogadores mais predispostos a ganharem e, conseqüentemente, os cassinos a perderem. Outros pesquisadores têm encontrado a mesma correlação em outras modalidades de jogos, como a Loto e a Sena, na Alemanha e na França. Assim, parece que os pesquisadores já se deram conta da especificidade do fenômeno que estudam há muito tempo, adaptando as técnicas ao seu estudo”.
 
Ao falar sobre a possibilidade da parapsicologia ser uma ponte para um tipo de união reunindo o pensamento e as experiências espirituais e científicas, Zangari diz que não há outra ciência que tenha levado mais em consideração as experiências místicas do que a parapsicologia, tendo nascido no final do século 19 exatamente para estudar tais experiências. “Infelizmente, após o início das pesquisas experimentais sistemáticas, esse campo foi praticamente abandonado, apesar de raras exceções. Vejo que, atualmente, há um lento mas consistente retorno do interesse dos pesquisadores de psi a tais experiências, bem como das experiências de quase-morte, das experiências de aparição, das experiências próximas da morte, de poltergeist. Vejo isso ocorrer sobretudo nos países latino-americanos, e mais fortemente na Argentina, Porto Rico e Brasil. Atualmente, temos vários pequenos núcleos de estudo e muitos pesquisadores autônomos”.
 
Para Zangari, em poucos anos esses grupos estarão integrados e os pesquisadores poderão fazer pesquisas com maior alcance, e as mudanças nesse sentido já estão acontecendo de forma rápida. Nunca os grupos dialogaram tanto. Nunca tantas pesquisas foram realizadas. O que, certamente, é uma ótima notícia para quem se interessa pelo assunto.
 
Para Saber Mais:
 
Coleção Parapsicologia 4 títulos
Conversando sobre Parapsicologia
Conversando sobre Hipnose
Wellington Zangari e Fátima Regina Machado
Edições Paulinas
 
Magia e Parapsicologia
Bruno A. L. Fantoni
Edições Loyola
 
Inter Psi/PUC-SP: www.portalpsi.cjb.net
Parapsychological Association: www.parapsych.org
Parapsychology Foundation: www.parapsychology.org
 
(Extraído da Revista Sexto Sentido, número 42, páginas 26-32)
http://decifrandoenergia.blogspot.com.br/2016/03/o-poder-da-mente.html

Sua mente pode controlar a matéria’, afirma físico

A consciência poderia ser o fator oculto na equação quântica

 CALIFÓRNIA – O famoso experimento de física quântica, conhecido como o experimento da fenda dupla, forneceu, há décadas, evidências impactantes sobre a habilidade mental para controlar a matéria (veja o vídeo em inglês no final do artigo com uma simples ilustração do experimento).
Demonstrou-se que partículas atômicas também são ondas. O fato de se manifestarem como ondas ou como partículas dependia de se alguém estava olhando. A observação influenciou a realidade física das partículas. Em linguagem mais técnica, a observação colapsou o funcionamento da onda.

O físico austríaco Erwin Schrödinger inventou uma equação para mostrar as propriedades ondulatórias da matéria. Entretanto, a observação não está considerada nessa equação, nem em qualquer outra equação quântica, porque é subjetiva e não objetiva, explicou o engenheiro e físico Alan Ross Hugenot, na conferência de 2014 da Associação Internacional para Estudos de Quase-Morte (International Association for Near-Death Studies – IANDS), em Newport Beach, Califórnia, em 29 de agosto.

Hugenot tem doutorado de ciências em engenharia mecânica e uma carreira bem sucedida em engenharia marinha, servindo em comitês que escrevem normas de construção naval para os Estados Unidos. Estudou física e engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia de Óregon. Hugenot falou sobre uma teoria que trata da questão da observação.

O Dr. Evan Harris Walker, um físico que trabalhava no Laboratório de Pesquisa de Balística do Exército, tentou incluir a observação na equação de Schrödinger. Em 2000, Walker descreveu duas variáveis ocultas. Uma é o canal da vontade e a outra é o canal da consciência, explicou Hugenot.

O canal da vontade, o que uma pessoa deseja, é positivo. O canal da consciência, o que está na mente de uma pessoa, é negativo, disse Hugenot. Um positivo e um negativo se anulam entre si, por isso, essas duas funções não aparecem nas equações. Mas, quando se juntam, colapsam o funcionamento da onda.
A maioria das pessoas têm muito em suas mentes, o que precisam apanhar no caminho de casa para o trabalho, que compromissos precisam cumprir, etc. Esses pensamentos no canal da consciência, frequentemente, bloqueiam o canal da vontade, disse Hugenot. A consciência e a vontade não estão sincronizadas. Mas, se estivessem, as pessoas poderiam materializar o que quisessem. Elas poderiam desejar coisas para que passassem a existir.

“Sua mente controla a matéria”, disse, definitivamente, Hugenot à multidão na conferência.
 “Sei que vocês não sabem como fazer isso. Quantos são pianistas de concerto? Ninguém aqui é um pianista de concerto? Por que não? Porque não praticaram… Mas algumas pessoas são pianistas de concerto, não são? O que fizeram? Muitos fracassos, muito estudo, muito aprendizado para saber como fazer.”
“Estou trabalhando para ser um médium, para que eu possa aprender a fazer algumas dessas coisas”, disse. “Não me limito a nada”.
http://decifrandoenergia.blogspot.com.br/2015/12/sua-mente-pode-controlar-materia-afirma.html

A mente influenciando matéria gerador de números aleatórios

Esta pesquisa demonstra q a materia assume ordem qdo todos estiverem com suas atenções focadas em algo em comum. A ideia foi posicionar geradores de numeros aleatorios ao redor do mundo, funcionando 24 hrs por dia., e a cada 5 minutos enviando toda a informação em um so servidor
Este experimento com Gerador de Números Aleatórios mostra que é possível alterar resultados de algo determinado de acordo com pensamentos e desejos do presente, alterando-se a realidade como sua mente deseja.
 

domingo, 6 de novembro de 2016

A telepatia conflita com a ciência? Muitos estão começando a pensar que não!

por Chris Carter
Recentemente, o jornalista Steven Volk ficou surpreso ao descobrir que o líder cético psicólogo Richard Wiseman, admitiu que a evidência para a telepatia é tão boa que " os padrões de qualquer outra área da ciência, [telepatia] é provado . "Sr. Volk passa a escrever, " Ainda mais incrivelmente, como relatam na Fringe ology, outro cético líder, Chris French, concorda com ele . "
Sr. Volk pode até estar mais surpreso ao saber que em 1951 o psicólogo Donald Hebb escreveu o seguinte:
" Por que não aceitar ESP [percepção extra-sensorial] como um fato psicológico? [O Rhine Research Center] ofereceu evidências suficientes para nos convenceram em quase qualquer outro assunto ... Pessoalmente, eu não aceito ESP por um momento, porque não faz sentido. Meus critérios externos, tanto da física quanto da fisiologia, dizem que o ESP não é um fato, apesar da evidência de comportamento que tem sido relatada. Eu não posso ver o que outra base meus colegas têm para rejeitá-la ... Rhine pode ainda vir a estar certo, mais improvável que eu acho que é, e minha própria rejeição de sua visão é - no literal sentido - preconceito . "
Quatro anos mais tarde, George Price, em seguida, um associado de pesquisa no Departamento de Medicina da Universidade de Minnesota, publicou um artigo na prestigiosa revista Science, que começou:
" Os crentes em fenômenos psíquicos ... parecem ter ganho uma vitória decisiva e oposição praticamente silenciada. ... Esta vitória é o resultado de cuidadosa experimentação e argumentação inteligente. Dezenas de pesquisadores obtiveram resultados positivos em experimentos de PES, e os procedimentos matemáticos foram aprovados por estatísticos líderes. Contra todas as evidências ... isso, quase a única defesa restante ao cientista cético é a ignorância . "
Mas Price então argumentou, " ESP é incompatível com a teoria científica atual, "e perguntou:" Se, então, a parapsicologia ea ciência moderna são incompatíveis, porque não rejeitar a parapsicologia? A escolha é entre acreditar em algo "verdadeiramente revolucionário" e "radicalmente contraditória ao pensamento contemporâneo" e acreditar na ocorrência de fraudes e auto-ilusão. Que é mais razoável?
Então, aqui temos dois céticos em vigor, admitindo que, se isso fosse em qualquer outro campo de investigação seguida, os dados experimentais teria levado o dia em 1950.
Como Hebb Preços e antes deles, tanto Wiseman e franceses afirmam que a alegação de telepatia é tão extraordinário que é necessário um maior nível de evidência do que normalmente demanda. Por que deveria ser assim? A maioria das pessoas acreditam na realidade da telepatia com base em suas próprias experiências, e estão intrigados com a descrição de telepatia como "extraordinário".
É ainda mais intrigante quando as pesquisas mostram que uma grande proporção de cientistas aceitam a possibilidade de que a telepatia existe. Duas pesquisas de mais de 500 cientistas em um caso e mais de 1.000 em um outro tanto constatou que a maioria dos inquiridos considerou ESP "um fato estabelecido" ou "uma possibilidade provável" -56 por cento em um e 67 por cento no outro.
Pesquisas como esta sugerem que a maioria dos cientistas são curiosos e de mente aberta sobre psi. Isto, contudo, não parece ser o caso em um campo: psicologia. No estudo anterior, apenas 3 por cento dos cientistas naturais considerados ESP "uma impossibilidade", em comparação com 34 por cento dos psicólogos.
Na verdade, os céticos mais proeminentes de habilidades psíquicas hoje, como Wiseman, francês, James Alcock, Blackmore Susan, e Ray Hyman, são psicólogos. Uma exceção é o biólogo Richard Dawkins, mas, como Wiseman e francês, ele também está no registro como dizendo que a existência de telepatia iria "virar as leis da física de cabeça para baixo."

Cientistas testam com sucesso telepatia... por email

Pela primeira vez, cientistas conseguiram transmitir uma mensagem mentalmente de uma pessoa para outra, sem qualquer contacto, que estavam separadas por milhares de quilómetros, na Índia e França.

"É uma espécie de realização tecnológica do sonho da telepatia, mas definitivamente não tem nada de mágico", disse o físico teórico e coautor da investigação, Giulio Ruffini, em declarações telefónicas à AFP a partir de Barcelona.

"Estamos a usar tecnologia para interagir electromagneticamente com o cérebro", especificou.

Para a experiência, uma pessoa com um eletroencefalograma (EEG) ligado à internet, sem fios, pensou numa simples saudação, como "olá" ou "adeus".

Um computador traduziu as palavras num código binário digital, apresentado por séries de uns e zeros.

Depois, a mensagem foi enviada por correio eletrónico da Índia para França e entregue via robot ao destinatário, que pode ver "flashes" de luz na sua visão periférica através de uma estimulação cerebral não-invasiva.

O sujeito recebedor da mensagem não viu nem ouviu as palavras em causa, mas foi capaz de descrever os "flashes" de luz que correspondiam à mensagem.

"Quisemos descobrir se se consegue comunicar diretamente entre duas pessoas, lendo a atividade cerebral de uma pessoa e injetando atividade cerebral numa segunda pessoa, e isto através de grandes distâncias físicas, utilizando vias de comunicação existentes", disse o coautor Álvaro Pascual-Leone, professor de Neurologia na Escola de Medicina de Harvard.

"Uma destas vias é, claro, a internet, pelo que a nossa questão passou a ser "Será que conseguiremos realizar uma experiência que dispense a parte da conversação ou a digitação da internet e estabeleça uma comunicação direta, cérebro a cérebro, entre sujeitos localizados [em países] tão distantes um do outro, como a Índia e a França?""

Ruffini acrescentou que foram tomados cuidados extraordinários para garantir que nenhuma informação sensorial influenciasse a interpretação da mensagem.

Os investigadores têm tentado enviar uma mensagem de uma pessoa para outra desta forma há cerca de uma década, e a prova do princípio que está descrita na revista PLOS ONE ainda é rudimentar, disse à AFP.

"Esperamos que a longo prazo isto possa transformar radicalmente a forma como comunicamos uns com os outros", concluiu Ruffini.

Telepatia: A Visão de Um Ativista Quântico

http://decifrandoenergia.blogspot.com.br/2016/03/blog-post.html

Telepatia, consciência global e como nós, seres humanos estamos conectados!

Ministrado por Michael Persinger que é professor pesquisador da neurociência e da universidade cognitiva. Ele estuda as funções cerebrais, sub-consciência, visão remota, campo de informação e possibilidades de telepatia. Ele acredita que os seres humanos compartilham conexão emocional através de grandes distâncias - baseado em um experimento de 100 macacos.

A visão remota - A compreensão científica do fenômeno de visão remota avançou fortemente nos últimos anos, e, como resultado do processo de visualização remota pode agora ser confiavelmente demonstrado em laboratório e definições operacionais. Há uma série de estilos de procedimentos de visão remota que são popularmente praticados, tais como a visualização científica remoto (SRV), visão remota controlada (CRV)...

Consciência e suas conexões

Vale lembrar que: Wagner Alegretti é engenheiro elétrico especializado nas areas de geração de energia, equipamentos médicos e desenvolvimento de softwares. Motivado por suas próprias experiências fora-do-corpo, que começaram durante a sua infância, ele começou a pesquisar a consciência em 1980, especializando-se em bioenergia e fenômenos parapsíquicos. Na área da filosofia, Alegretti tornou-se referência na pesquisa da cosmoética e suas implicações. Ele tem sido fundamental na dissiminação da Conscienciologia na arena internacional, desde que deixou o Brasil e se mudou para os EUA, em 1994, e também na fundação da International Academy of Consciousness (IAC) e de seu Campus de pesquisa, instituição na qual serviu como presidente entre 2001 e 2014. Em 1984, Alegretti começou a trabalhar no desenvolvimento de transdutores de bioenergia (energia sutil ou vital). Sua busca por um meio confiável de detecção de bioenergias resultou em sua pesquisa atual empregando ressonância magnética funcional (fMRI)

 A bioenergia conhecida há milênios, mas a sua detecção, medição e compreensão teórica iludiu ciência. Para ajudar a resolver esta grave lacuna na compreensão da realidade e da manifestação da consciência, Alegretti concebeu e realizou três séries de experimentos usando fMRI, com o objetivo de lançar luz sobre: 1. Os efeitos neurológicos da execução de técnicas bioenergéticas e do estado vibracional; e 2. Os efeitos físicos da bioenergia e do mecanismo de interação consciência-materia, via bioenergia. Alegretti apresentará resultados instigantes a partir de experiências como a transmissão de bioenergias a diferentes tipos de substâncias, como o líquido usado na calibração da maquina (fMRI fantasma). Irá tambem analisar potenciais ramificações e aplicações desses avanços, incluindo o desenvolvimento relacionado a “tecnologia da bioenergia.” Seu principal objetivo é propor novas abordagens experimentais e motivar pesquisadores de mente aberta para debater estes resultados preliminares e replicar este estudo piloto.

Consciência





O pesquisador psicossocial David Spiegel, da Escola de Medicina da Universidade Stanford, diz sobre o papel da consciência na saúde: “A boa ciência responde a perguntas e questiona as respostas. Mas não declara que certas questões estão fora dos limites. Fazer isso não é científico... este não é o tempo para fechar a porta a uma área da investigação científica importante e em desenvolvimento”.

E o que é mais importante do que a consciência?
http://decifrandoenergia.blogspot.com.br/2015/12/consciencia.html

Manifesta-se aquilo que se pensa

Nossa vida é o resultado de tudo aquilo que projetamos em nossa mente, seja consciente ou inconsciente!

Quando pensamos, mentalizamos. Ao mentalizarmos, o foco de nossa atenção está direcionado para "alguem" ou algum "lugar".
Sabemos que o foco de atenção de um sujeito é diferente do de outro. Por exemplo: enquanto uma pessoa vê oportunidades num momento de crise, outra pessoa pode desistir de tudo achando que para ela tudo dá errado, faça o que ela fizer.

O Prof. Masaharu Taniguchi afirma que: "Todas as pessoas agem e vivem de acordo com os pensamentos ou ideias que formam na mente".
As ideias que se remoem ou que repetidamente se verbalizam tendem a se fixar e cristalizar em nossas mentes". Segundo a Seicho-no-ie, a lei mental determina que: "manifesta-se aquilo que se pensa".

A energia flui para onde a atenção está direcionada, isto é, toda a nossa energia física, mental e espiritual é direcionada para o mesmo lugar aonde estamos dirigindo o nosso pensamento.
Desta forma, se td é energia e considerando a natureza, na grande maioria egoista da humanidade, podemos considerar que reunioes de pessoas em "oraçao", onde intençoes sao depositadas, onde mentalizam a conquista deste objetivo, contribui em um grande % para a realizaçao?
 É uma area que vem sendo amplamente pesquisada. Pq não começarmos a testar tbm? Não custa e é benéfico! 

Estudos Científicos Demonstram que a Consciência Pode Alterar o Mundo Físico

Nicola Tesla foi quem disse melhor, “o dia em que a ciência começar a estudar os fenómenos não-físicos, vai fazer mais progresso numa década do que em todos os séculos anteriores da sua existência. Para compreender a verdadeira natureza do universo, deve-se pensar em termos de energia, frequência e vibração.” Swami Vivekananda era o mentor de Tesla, um monge hindu indiano e o principal discípulo santo Ramakrishna do século 19.

A ciência funciona melhor quando em harmonia com a natureza. Se colocarmos os dois juntos, podemos descobrir grandes tecnologias que só podem acontecer quando a consciência do planeta está pronta para abraçá-los, como a energia livre.

A intenção de apresentar esta informação é para demonstrar que os pensamentos, intenções, oração e outras unidades de consciência podem influenciar directamente o nosso mundo físico. A consciência pode ser um grande factor na criação de mudanças no planeta.

O envio de pensamentos como amor, a oração, a boa intenção, entre outros podem ter uma forte influência sobre aquilo a que está a direccionar esses sentimentos. Fukushima por exemplo, se uma quantidade maciça de pessoas enviar os seus pensamentos e boas intenções para as nossas águas, podemos ajudar a mitigar a situação. Esses conceitos podem ser usados ​​em larga escala como uma raça humana com um propósito em seus corações, para vários problemas, bem como situações individuais nas nossas próprias vidas. Quando a nossa consciência começa a fundir-se num só como um colectivo, e todos nós começarmos a ver com os mesmos olhos, vamos começar a transformar o mundo à nossa volta.

Já há algum tempo que os físicos têm vindo a explorar a relação entre a consciência humana e a sua relação com a estrutura da matéria. Anteriormente acreditava-se que um material do universo Newtoniano era o fundamento da nossa realidade física. Isto tudo mudou quando os cientistas começaram a reconhecer que tudo no universo é feito de energia. Os físicos quânticos descobriram que os átomos físicos são feitos de vortices de energia que estão constantemente a girar e a vibrar. A matéria, no seu menor nível observável, é energia, e a consciência humana está ligada a ela, a consciência humana pode influenciar o nosso comportamento e até mesmo reestruturá-la.

“Tudo o que chamamos de real é feito de coisas que não podem ser consideradas como reais.” – Niels Bohr

A hipótese da ciência moderna começa a partir da matéria como a realidade básica, considerando o espaço para ser uma extensão do vazio. O fenómeno da criação da matéria cósmica estável, portanto, vai além do escopo da presente ciência. A teoria também não identifica a fonte de energia cósmica que reside na estrutura da matéria, nem pode explicar a causa das propriedades dos materiais que têm experiência com o comportamento da matéria. Estas são, em resumo, as limitações das teorias científicas modernas ao nível mais básico dos fenómenos físicos da natureza. Quando uma teoria científica não consegue lidar com a questão da própria origem da matéria e da energia universal, como conseguiria ela entender e explicar o fenómeno da consciência, que é evidente em seres vivos? – Paramahamsa Tewari

A revelação de que o universo não é um conjunto de partes físicas, mas em vez disso vem de um emaranhado de ondas de energia imaterial deriva do trabalho de Albert Einstein, Max Planck e Werner Heisenberg, entre outros.

Físico explica por que a alma pode existir

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento.

Henry P. Stapp é um físico teórico da Universidade da Califórnia-Berkeley e que trabalhou com alguns dos fundadores da mecânica quântica. Stapp não quer provar que a alma existe, mas ele diz que a existência da alma se encaixa dentro das leis da física.
De acordo com Stapp, não é verdade dizer que a crença na existência da alma não é algo científico.  Aqui, a palavra “alma” refere-se a uma psique independente do cérebro e do resto do corpo humano, e que pode sobreviver depois da morte. Em seu artigo intitulado “Compatibility of Contemporary Physical Theory With Personality Survival [Compatibilidade da Teoria Física Moderna com a Sobrevivência da Psique]”, ele escreveu: “Tenho fortes ressalvas quanto a negar a vida pós-morte somente com base na alegação de que é algo incompatível com as leis da física, de que é algo sem fundamento”.
Stapp trabalha com a interpretação da Escola de Copenhague sobre a mecânica quântica, que é basicamente a interpretação usada por alguns dos fundadores da mecânica quântica: Niels Bohr e Werner Heisenberg.  Até mesmo Bohr e Heisenberg tiveram alguns desentendimentos sobre como a mecânica quântica funciona, e há entendimentos controversos desde aqueles tempos. O trabalho de Stapp sobre a interpretação de Copenhague tem influenciado a ciência. Ele foi escrito na década de 1970 e Heisenberg escreveu um apêndice para ele.
Falando de suas próprias noções, Stapp diz: “Não há nenhuma indicação em meus escritos de mecânica quântica sobre a possibilidade de sobrevivência da psique”.
Por que a Teoria Quântica pode sugerir a existência de vida após a morte
Stapp explica que os fundadores da ciência quântica precisaram cortar o mundo em duas partes. Acima do corte, a matemática clássica é capaz de descrever os processos físicos empiricamente experenciados. Abaixo do corte, a matemática quântica descreve um reino “que não se encaixa num completo determinismo físico”.
A partir do reino abaixo do corte, Stapp escreveu: “Geralmente, descobre-se que o estado de evolução do sistema abaixo do corte não se encaixa em nenhuma concepção de descrição clássica das propriedades visíveis pelo observador”.
Como é que os cientistas “observam” o invisível? Eles escolhem propriedades específicas de um sistema quântico e configuraram instrumentos para observar seus efeitos nos processos físicos “acima do corte”.
A chave é a escolha do experimentador. Ao trabalhar com sistemas quânticos, a escolha do observador mostra ter uma influencia física que se manifesta e pode ser observada “acima do corte”.
Stapp cita a analogia de Bohr para exemplificar essa interação entre o cientista e os resultados da experiência: “[É como] um homem cego com uma bengala: quando a bengala é segurada frouxa e livremente, o limite entre a pessoa e o mundo externo é dividido em mão e bengala; mas quando ele segura a bengala firmemente, ela se torna parte da sua relação com o mundo: a pessoa sente que ela própria se estende até a ponta da bengala”.
O físico e o mental são ligados de forma dinâmica. Em termos da relação entre a mente e o cérebro, é como se o observador pudesse manter uma escolha de atividade cerebral que de outra forma passaria. Essa escolha é semelhante à escolha que um cientista faz quando decidi quais propriedades do sistema quântico escolher para estudar.
A explicação quântica de como a mente e o cérebro podem ser separados, coisas distintas, mas ainda assim conectados por leis da física “é uma revelação bem-vinda”, escreveu Stapp. “Isso resolve um problema que tem atormentado a ciência e a filosofia durante séculos, que é o da ciência ortodoxa, que é determinística, ter que considerar que mente e cérebro são uma coisa só ou ter que considerar que o cérebro é dinamicamente independente da mente”.
Stapp disse que a possibilidade da psique de uma pessoa morta poder se juntar à de uma pessoa viva não contraria as leis da física, como, por exemplo, no caso da possessão espiritual. Não exige qualquer mudança básica na teoria ortodoxa, embora possa “requer um relaxamento na ideia de que eventos físicos e mentais ocorrem apenas quando estão unidos, lado a lado”.
A teoria física clássica foge do problema e os físicos clássicos acabam tendo que desacreditar o que a intuição diz e considerar como um produto da confusão humana, disse Stapp. A ciência deve, em vez disso, disse Stapp, “reconhecer os efeitos físicos da consciência como um problema físico que precisa ser respondido em termos dinâmicos”.
Como isso afeta o entendimento moral tecido na sociedade
Além disso, é imperativo para a manutenção da moralidade humana considerar as pessoas como mais do que apenas máquinas de carne e osso.

Em outro artigo, intitulado “Attention, Intention, and Will in Quantum Physics [A Atenção, Intenção e Vontade na Física Quântica]”, Stapp escreveu: “Tornou-se agora amplamente aceita pelo público em geral essa visão “científica” segundo a qual o ser humano é basicamente uma máquina, um robô, e isso tem um significativo e corrosivo impacto sobre o tecido moral da sociedade”.
Stapp escreveu sobre a “tendência crescente de as pessoas se eximirem da responsabilidade por seus atos argumentando que “a culpa não é minha”, mas de um processo mecânico dentro de mim: “meus genes me fez fazer isso ” ou “meu alto teor de açúcar no sangue me fez fazer isso”. Lembre-se da infame “Defesa no caso Twinkie ” que livrou Dan White de cinco anos de cadeia mesmo tendo assassinado o prefeito de São Francisco, George Moscone, e o Supervisor de Harvey Milk “.

Consciência

O avanço do conhecimento humano, individual e coletivo, recai a partir da dinâmica interação de dois processos complementares da consciência: experiência e conceituação.

Ao longo da vida, a consciência acumula experiência, seja incidental ou por design, e depois passa a representa-la, interpreta-la e aplicá-la a previsão ou acomodação para eventos futuros.

Anomalias, ou seja, incidentes que contradizem experiências comuns ou crenças estabelecidas, insere uma dissonância nessa dinâmica, desafiando primeiro, a validade desses eventos e, em seguida, verificado o padrão de convicções vigentes, até que alguma resolução credível possa ser alcançada. Assim sendo, o método científico é apenas uma forma particularmente disciplinado deste processo humano instintivo. Experiências realizadas sob controles rigorosos fornecem dados empíricos sobre os fenômenos de interesses e teorias, formados por uma combinação de conceituação dedutiva e intuitiva, representação metafórica, e formalismo matemático.
As observações encontradas quer como experimentos que são inconsistentes com a teoria predominante, ou como previsões teóricas que entrem em conflito com os dados estabelecidos, destacam-se como sinais para os viajantes científicos, forçando-os a projetos de experimentos mais incisivos, ou revisões de modelos existentes.

Fenômenos mais anômalos que confrontam a lógica científica tendem a ter impacto apenas local dentro seus contextos disciplinares particulares, e buscam serem resolvidos de forma relativamente rápida em comparação com os passos evolutivos gerais desses campos.

Em casos raros, tais como observações que contradiga os modelos geocêntricos vigentes, ou a matriz de escala atômica. anomalias fisicas que precipitaram a revolução quântica e suas implicações pode estender de forma muito mais ampla,e os esforços para a sua resolução pode se tornar mais generalizado, prolongado e intenso.

Ao longo da história , casos inexplicaveis de anomalias relacionados com a consciência têm sido regularmente relatados e catalogados como "milagres", "Magicas", "intuições", "transmutações alquímicas", "fenômenos psíquicos", juntamente com inúmeras outras categorias de experiências indescritíveis, mas pouca coerência tem sido estabelecida entre eles. No entanto, esses eventos incompreensíveis tiveram enorme influência sobre cultura humana, estimulando o desenvolvimento de doutrinas religiosas, convenções éticas,
e mesmo metodologia científica.

Praticamente todas as ciências antigas e medievais eram misturas inseparáveis de rigor analítico pensamento e inspirações metafísicas intuitivos, onde, os últimos componentes não desapareceram por completo com o surgimento da metodologia científica moderna. Francis Bacon, pai do método científico,investiga proposta sistemática de sonhos telepáticos, cura psíquica, a transmissão de espíritos, e a força da imaginação sobre o vazamento de dados (Walker, 1972). Isaac Newton patriarca da ciência ocidental clássica, foi tentado a pensar que sua mente poderosa seria capaz de desvendar os segredos do universo onde o mundo viria a ser na vdd "o mistério pelo qual a mente pode controlar a matéria".

A criação da Sociedade Britânica de Pesquisas Psíquicas, em 1882, atraiu participação de muitos eminentes estudiosos, entre eles os gostos de Henry Sidgwick, Frederic WH Myers, Lord Raleigh, Sir. JJ Thompson, William McDougall, Edmund Gurney, Sir William Crookes, Sir William Barrett, Henri Bergson, Arthur, conde de Balfour, Gardner Murphy, GNM Tyrell, Charles Richet, Gilbert Murray, e William James. Um fascínio comparável com o papel da consciência no mundo físico é executado através dos escritos filosóficos de muitos dos patriarcas da teoria quântica, incluindo Max Planck, Niels Bohr, Albert Einstein, Wolfgang Pauli, Werner Heisenberg, Erwin Schrödinger, Louis de Broglie, Arthur Eddington, James Jeans, Eugene Wigner, e David Bohm, entre outros!