segunda-feira, 6 de julho de 2020

Estudo da possibilidade anunnaki tem a ver com estudo ufológico?


Eu respondo sem pestanejar que sim.,  mas  muitos ufólogos  não aceitam  nenhuma possibilidade  que não seja  as que vão de encontro  com suas crenças pessoais, isso lamentavelmente cria  barreiras  para um estudo com  verdadeira seriedade sobre o assunto em questão, muitos só creditam o fenômeno ufológico a partir do dia  24 de junho  Caso Kenneth Arnold , e a primeira abdução ao caso  BETTY E BARNEY HILL, O PRIMEIRO CASO DE ABDUÇÃO ALIENÍGENA.
Respeitando  todos os pensamentos devemos  deter pelo menos para efeito de estudos e pesquisas  a mente aberta  e principalmente  o respeito  , vemos na internet  varias comunidades que ora pendem para ufologia casuística, ora pendem para  ufologia  com interação espiritual, e assim vai, lembro que ser cético demais  ou crédulo demais nos coloca  nos extremos e ambos extremos são equívocos para um estudo sério.
Sem falarmos no aspecto  crença como religiões que acabam cerceando o saber , quando por determos certas crenças ficamos limitados e não ouzamos ir além , isso é por demais prejudicial e digo melhor seria nem  ter se disposto a estudar ou pesquisar  o fenômeno ufo ou o tema Anunnaki pois pior do que deter desconhecimento sobre algo e   achar que sabe e ao estudar ou pesquisar só aceitar o que lhe for conveniente  e ou detiver afinidades pessoais que corroborem suas crenças pessoais. Ai realmente fica difícil e só basta um pingo para termos mais uma religião e ou teoria conspiratória  absurda  e ou esdrúxula.
Quando não tudo que se vê são pessoas ávidas por vender , produtos os mais variados alguns absurdos  , outros com fins de serem elixir curadores  e ou simples likes  e ai vale de tudo , manipular imagens, encenar canalizações, dramatizar fatos reais com meias mentiras visando sensacionalizar  , de quando em vez um critica ou vilipendio ao outro  etc mas tudo isso tem um custo e é muito caro pois  acaba por denegrir o verdadeiro sentido do estudo ufológico  , pois estudo ufológico, ou estudo do tema anunnaki  não tem dono não tem especialistas não tem alguém que esteja correto  , essa divisão entre os que deveriam estar unidos é vergonhoso, alias ate ouzo afirmar uma das causas de tantos acadêmicos nem mesmo ousarem mencionar ufologia e ou anunnaki em suas pesquisas. (apesar de nenhum deles deter elucidações plausíveis sobre).
SINOPSE DOS DOIS CASOS MENCIONADOS ACIMA
Caso Kenneth Arnold 
Em 24 de junho de 1947, o aviador Kenneth Arnold voava próximo ao Monte Rainier, no estado de Washington, nos Estados Unidos, quando avistou nove objetos estranhos voando pela região. Ele havia feito um desvio de sua rota original, pois havia uma recompensa para quem encontrasse os destroços de um avião caído naquela região.
Após desistir das buscas e iniciar a retomada de seu trajeto, Arnold foi surpreendido com um ponto de claridade que, de acordo com o seu relato, se movia a cerca de 40 km de distância de sua aeronave. Como o céu estava limpo, ele inicialmente pensou que pudesse ser apenas algum reflexo na janela de seu veículo, hipótese logo descartada após alguns testes simples.
Meio minuto após o primeiro reflexo, como se a luz do sol estivesse sendo refletida em sua direção por meio de espelhos, ele avistou uma série de outras luzes se movendo rapidamente ao norte do Monte Rainier.
Velocidade supersônica e formato de disco
A curiosidade sobre o que acabara de ver levou Arnold a mudar novamente sua rota e, de longe, refazer o trajeto desenhado no céu pelos objetos voadores não identificados. Ao descer o avião, ele pôde calcular uma estimativa do trajeto percorrido pelos OVNIs e do tempo gasto para fazer isso. O resultado foi uma velocidade média impressionante de 2.700 km/h, algo inimaginável para qualquer aeronave em 1947.
Além da velocidade supersônica, chamou a atenção de Arnold a forma como voavam tais objetos. Em declaração a Nolan Skiff e William C. Bequette, do jornal East Oregonian, o piloto havia dito que os veículos voavam “como um prato atirado pela superfície da água”.
Segundo o aviador declarou mais tarde, ele nunca se referiu ao formato dos objetos como “pratos” ou “discos”, porém, a sua descrição levou Bequette e Skiff a cunharem o termo “disco voador” pela primeira vez na história — daí o fato de se celebrar o dia 24 de junho como o Dia Mundial do Disco Voador.
BETTY E BARNEY HILL
Em 1961, a mídia cobriu com fervor e eternizou o primeiro caso de sequestro extraterrestre, envolvendo o casal Betty e Barney Hill.
Luzes misteriosas
Na noite de 19 de setembro de 1961, por volta de 22h30, Barney e Betty Hill estavam voltando de férias para casa no estado de New Hampshire, Estados Unidos. Quando ao passar por uma área mais isolada notaram luzes misteriosas no céu. Inicialmente, Betty pensou que fosse uma estrela cadente, e Barney acreditou que se tratava apenas de um avião.
As luzes multicoloridas não cessavam e começaram a mover-se de maneira estranha. O casal continuou a observar os brilhos no céu, quando de repente algo chamou a atenção. O objeto mudou bruscamente de direção e desceu de encontro ao carro dos Hill.
Barney, que estava no volante, começou a ficar apreensivo e acelerou o veículo, as luzes continuavam a segui-los, por vezes mais perto, e outras, mais longe. Betty pediu ao marido que parasse o carro para que ela pudesse ver com seu binóculo o que estava acontecendo.
Ao olhar através da lente, a mulher não teve dúvidas de que era um disco voador. Ela viu uma nave com luzes coloridas ao redor. Barney pediu que a esposa voltasse para o carro e deu continuidade a viagem. A bizarra aeronave acompanhava-os de longe.
Assustados, o casal parou o carro novamente, mas dessa vez quem saiu para checar a situação foi Barney. Com uma pistola, o homem apontou para o disco, que agora estava mais perto que nunca e podia ser perfeitamente observado: tinha forma de círculo e planava no ar. Hill conseguiu ver criaturas dentro da nave, e segundo ele, não eram humanas.
Barney correu de volta para o carro, sentindo um medo extremo, ele acreditava que os extraterrestres queriam levá-los. Com o carro em velocidade máxima, o casal começou a ouvir um som muito alto vindo da nave — que os perseguia pela estrada de New Hampshire.
A próxima memória de Betty e Barney Hill se deu duas horas depois, a cerca de 56 km do local de onde estavam pela última vez, fugindo do disco. Seguiram para casa com uma sensação de violação e ligaram para Força Aérea. Conversando com autoridades americanas o casal afirmou que não se lembravam de nada, apenas se recordavam de sentir um desconforto.
A hipnose
Dias depois os Hill procuraram o respeitado psiquiatra e neurologista Dr. Benjamin Simon, para realizar sessões de hipnose. Eles queriam entender o que tinha acontecido durante aquelas duas horas perdidas na madrugada do dia 19 para 20 de setembro.
Meses se passaram e o casal estava cada vez mais certo de que havia sido abduzido por seres de outro planeta. No relato da experiência extraplanetária, ambos descreveram as criaturas como pequenas e cinzas, e afirmaram que os ETs os colocaram em um estado de transe, no qual eles podiam compreender o que estava acontecendo em volta, mas não poderiam realizar qualquer movimento.
Ainda segundo a descrição obtida na hipnose, no experimento as roupas das vítimas foram retiradas, assim como amostras de cabelo, pele e unha. Muitas agulhas foram inseridas no corpo, como na cabeça, braços, pernas e costas e, em Betty, uma agulha de aproximadamente 15 cm foi injetada em sua barriga. Barney revelou que ficou fascinado pela arcada dentária dos alienígenas.
Betty contou que conversou com os ETs através de telepatia, ao falar que não sabia muito sobre a vida interestelar e perguntar para o líder de qual lugar do universo eles teriam vindo, em resposta ela teria ouvido uma voz dizer em sua mente: “Se você não sabe onde está, não faria sentido dizer de onde eu sou”.
Em 1966, foi lançado o livro The Interrupted Journe, que conta a experiência dos americanos. Quase dez anos depois, em 1975, Richard A. Colla dirigiu uma adaptação televisiva, intitulada The UFO Incident, na qual os renomados atores James Earl Jones e Estelle Parsons interpretaram Barney e Betty.
Os americanos sempre mantiveram sua história e evitaram os holofotes. Barney morreu aos 46 anos, em 1969. Já Betty, morreu aos 85 anos, em 2004, e afirmou que continuou sendo visitada por extraterrestres
Bem sobre os Anunnaki  e so´pesquisarmos por aqui mesmo em nossa comunidade Anunnaki livre que veremos   muitos casos de abduções  muitos casos de avistamentos, muitos casos de contatos mas para realmente nos fundamentarmos e necessário muito estudo e pesquisa no tema.  Olha sinceramente  pra mim é um absurdo relegarem ufologia  há apenas esse nosso século  ...

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Patente de Tesla de 118 anos previu guerra de Drones

Tesla previu guerra de drones há quase 120 anos idade de sua  patente que completa  118 anos.





Matthew Schroyer twittou  recentemente um trecho da patente que destacava que a Tesla estava procurando desenvolver veículos não tripulados para uso em comunicação, exploração científica e guerra. A patente, registrada em 1º de julho de 1898, contém texto e diagramas detalhados que indicam máquinas que são operadas e controladas por um "circuito receptor ... ajustado e tornado sensível à influência de ondas ou impulsos que emanam de uma fonte remota".

Tesla explica na patente que essas máquinas podem ser úteis para “comunicação com regiões inacessíveis e explorar as condições existentes nas mesmas… [bem como] fins científicos, de engenharia ou comerciais; mas o grande valor da minha invenção resultará do seu efeito na guerra. ”

A representação tem um paralelo impressionante com o uso atual de drones - desde  drones de entrega da Amazon  e ataques aéreos não tripulados de veículos aéreos até suas amplas aplicações científicas . Não é um nível ruim de previsão, considerando que era uma época em que o mundo ainda nem havia começado a produzir tanques militares.

Talvez o aspecto mais profético da patente seja a alusão à "guerra por drones", que se tornou parte integrante da guerra moderna. Enquanto muitos criticam seu uso, Tesla terminou sua explicação sobre o uso de drones militares com uma nota otimista e de olhos arregalados: "Por causa de sua destrutividade certa e ilimitada, tenderá a gerar e manter a paz permanente entre as nações".

PATENTE ORIGINAL   https://docs.google.com/viewer?url=patentimages.storage.googleapis.com/pdfs/US613809.pdf
FONTE  https://www.iflscience.com/technology/tesla-envisioned-drone-warfare-nearly-120-years-ago/?fbclid=IwAR1H4xhCekZJL1NWzTzZyeoa01Uun3X5lWEh-1t5pMctfdPbK8sSJtbA7gw

APLICAÇOES CIENTIFICAS DRONES   

Cientistas querem coletar boogers de baleias usando drones voadores


 estudantes de engenharia de Massachusetts se uniram a uma instituição de caridade de conservação de baleias - com uma pequena ajuda de Sir Patrick Stewart - para coletar melhor o golpe de baleia com drones voadores.
O que é golpe de baleia? Bem, ao contrário da opinião popular, não é a água que as baleias saem de suas bolhas. É um delicioso composto mucoso de ranho, água e tecido que as baleias ejetam quando estão perto da superfície da água, geralmente visível como um spray.
Os biólogos da baleia podem dizer exatamente o humor e o estado da baleia com base na análise dos fluidos mucosos. Para coletar o golpe vital das baleias, os pesquisadores teriam que viajar de barco ao lado das baleias e estender a mão com um poste comprido de três metros de comprimento para obter a substância mucosa.
O drone voador remove todas as perturbações das baleias, permitindo que as baleias sejam monitoradas com o mínimo de perturbação sonora. Alunos da Faculdade de Engenharia Olin, em Needham, Massachusetts, lançaram uma campanha Kickstarter com a organização sem fins lucrativos Ocean Alliance para ajudar a financiar e promover suas pesquisas usando o drone Snotbot.
O Snotbot funciona por controle remoto, voando três metros (10 pés) acima da água. Para proteger suas entranhas elétricas se submersas debaixo d'água, o drone é parcialmente envolto em uma concha de plástico leve. O drone coleta amostras de sopro de baleia com um material esponjoso. Mas o mais importante é que o drone opera longe o suficiente para não perturbar a baleia.
Os pesquisadores do Snotbot ainda estão aguardando o credenciamento do Serviço Nacional de Pescas Marinhas e da Administração Federal de Aviação para que possam usar o Snotbot na natureza. Mas eles estão testando os robôs voadores em robôs flutuantes que imitam a flutuabilidade do golpe das baleias.
Através de 186 apoiadores, a campanha do Kickstarter já levantou cerca de US $ 10.000 da sua meta de US $ 225.000, faltando pouco mais de um mês para o final.

luva inteligente permite que astronautas controlem drones com um movimento e torção do pulso

O futuro da exploração humana tornou-se ainda mais high-tech com uma “luva inteligente” que permite aos astronautas operar drones e robótica com um movimento dos dedos e uma torção do pulso.
Aqui está o plano: a NASA pousará a primeira mulher e o próximo homem na Lua em 2024 com o programa Artemis . Depois disso, os astronautas partem para Marte. As luvas inteligentes, desenvolvidas pela Ntention , permitirão que a equipe se comunique com as máquinas para ajudá-las a coletar amostras e explorar seus arredores. Os trajes espaciais são notoriamente pesados, e a NASA diz que isso não mudará muito em breve, mesmo que se torne mais confortável.
"Os astronautas precisam de trajes espaciais que facilitem a interação com o ambiente, incluindo a realização de tarefas complexas e delicadas", disse Greg Quinn, líder de desenvolvimento de trajes espaciais da Collins Aerospace, em comunicado . "O traje de próxima geração incorporará tecnologias inteligentes que levará os recursos atuais a um novo nível ".
A fase de teste da tecnologia de luvas ocorreu na Ilha Devon, no Ártico. Sua paisagem parecida com Marte tornou o campo de testes ideal por mais de duas décadas para realizar investigações de tecnologias científicas planetárias. Foi descrito pelo Instituto de Marte como um “deserto polar” - uma região árida e rochosa que é uma das maiores ilhas desabitadas da Terra. 
"Quando vi pela primeira vez a luva inteligente de Ntention em ação, pensei imediatamente na Terceira Lei de Arthur C. Clarke: 'Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica'", lembrou Lee. "Um traje espacial pressurizado é relativamente rígido e os movimentos das mãos e dedos encontram resistência substancial. Na 'Astronaut Smart Glove', a sensibilidade dos movimentos das mãos é ajustável e pode ser ajustada em altura, o que significa que a tecnologia pode ser adaptável a uma pressão rígida. traje espacial ".

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

A Grande Muralha do Texas



a grande muralha do Texas

Uma misteriosa parede foi descoberta no Texas há mais de 100 anos. E só hoje em dia começaram a dizer que estas ruínas pertencem à civilização antediluviano que habitada este território por muitos séculos no passado distante.


A cidade, construída no local do achado, era chamada de Rockwall. A maioria dos seus habitantes não tem a menor ideia sobre a origem deste topônimo. Parece que ele conseguiu o seu nome depois que as pessoas em busca de água encontraram os restos de uma parede estranha [em tradução do inglês a palavra " rock " significa " rock, pedra ", e " parede " - " parede ". - Nota trad.] e um crânio gigante. De acordo com relatórios, este é um rectângulo quase perfeito: 6.5 quilômetros de largura e 11 quilômetros de comprimento, com uma área total de 32 quilômetros quadrados. A parte superior da parede eleva-se a 168 metros acima do nível do mar.

Como foi descoberta esta parede? A história conta de três imigrantes que vieram a estes lugares no past. T.Yu. Wade, B.F. Boydston e Sr. Stevenson chegou aqui para encontrar uma comunidade agrícola. Em 1852, Wade e sua família começaram a construir uma casa no vale da parte leste do braço leste do rio Trinity, mesmo nas fronteiras ocidentais da moderna Rockwall. Durante a construção, Sr. O Wade tropeçou numa estranha formação de pedra. Durante as escavações adicionais, acabou-se que esta era uma parede de pedra enterrada no chão. Mais escavações revelaram muitas pedras empilhados em cima umas das outras, muito pesadas para uma pessoa comum levantar.

As pessoas pararam de escavar a cerca de nove metros. Eles decidiram não mais extrair pedras da mina formada, mas em vez disso cavar-la um pouco para o lado para fazer um poço. Durante estas obras, uma abertura quadrada quase perfeita foi descoberta na parede, mais tarde chamada de janela. Agora a profundidade da mina chegou a cerca de 12 metros, mas o fundo desta estrutura ainda não era visível - e as escavações foram parados devido à falta de falta.

Alguns anos depois, em 1859, o Sr. Sanders do Texas completou o seu trabalho. Como resultado de escavações, quatro megálitos que pesando várias toneladas foram recuperados à superfície. Em uma das pedras, alguns sinais incomuns que se lembram da escrita pictográfica eram visíveis.

Ao longo dos últimos cem anos, portas ou passadiços foram encontradas na parede. O Dallas morning News informou sobre uma descoberta feita em 1967: " Voltando para a década de 20, T. Meu Deus. Meredith disse que um poço foi cavado em sua fazenda, a leste de Rockwall, e o Sr. Meredith afirmou que uma parede de pedra com um arco acima de uma janela ou porta foi escavado durante a escavação. "

Além de todos os acima, as escavações revelaram curiosos anéis de metal inseridos na parede, constituídos por uma liga de lata, titânio e ferro. " Em primeiro lugar, este muro é muito espetacular, e a determinação da sua origem, desenvolvimento e idade proporciona oportunidades de investigação, o que, sem dúvida, irá ajudar a compreender este fenômeno. No entanto, o mais importante é que os geólogos não conhecem os processos exato que poderiam criar um pouco de conhecimento. disse Randall Moire do Texas, um arqueólogo, doutorado

De acordo com o geólogo James Shelton de Nova Orleães, " é bom que haja exemplos como a parede de Rockwall porque eles teste as nossas capacidades e nos obriga a rever os fundamentos da mecânica newtoniana que não são dúvidas há mais de 150 anos. A física deve abandonar este método no início do século, preferindo a teoria da relatividade e da mecânica quântica, a fim de avançar a sua compreensão da matéria e do universo. Novas descobertas não se encaixam neste paradigma. A nova física vai ajudar-nos a resolver os problemas que fomos dispensados há muito tempo para que não perdemos um crédito de confiança. "

Mais escavações estão em andamento. Josh Reeves fez uma angariação de fundos para a sua pesquisa arqueológica pessoal da parede. O objetivo é simples - descobrir uma ou mais seções e - em busca de uma civilização antiga - realizar uma pesquisa completa,

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Cientistas descobrem como transformar lixo em grafeno '




Processo é mais rápido e muito mais barato que os métodos atuais. Apenas 0,1% de grafeno misturado ao cimento seria o suficiente para produzir concreto 17% mais forte
A equipe do químico James Tour, da Rice University nos Estados Unidos, descobriu uma forma de transformar lixo em valioso grafeno "em um flash", usando um breve pulso de energia que aquece o material a 5.000 ºC. Barato, o processo chamado de "flash graphene" também é rápido: tudo acontece em apenas 10 milissegundos.
Segundo Tour, a matéria-prima pode ser qualquer fonte de carbono, como restos de comida, material orgânico, plásticos misturados ou pneus de borracha. Após um flash, o que sobra na câmara do reator é "puro grafeno": todas as outras substâncias são transformadas em gases, que podem ser capturados, separados e reaproveitados.
O grafeno produzido é do tipo "turbostrático", cujas folhas, com apenas um átomo de carbono de espessura, podem ser facilmente separadas. Em outros métodos, como a esfoliação de um bloco de carbono, a separação é muito mais difícil.

De acordo com o cientista, apenas 0,1% de grafeno, por volume, misturado ao cimento usado na produção de concreto resultaria em um material 17% mais resistente e seria o suficiente para reduzir seu impacto ambiental em um terço. Atualmente, grafeno não é usado devido ao seu alto preço, que pode variar de US$ 67 mil (mais de US$ 280 mil) a US$ 200 mil (mais de R$ 840 mil) o quilo, dependendo da qualidade do material.
"Ao fortalecer o concreto com grafeno, podemos usar menos concreto para a construção e ele custará menos para fabricar e transportar", disse ele. "Essencialmente, estamos capturando gases de efeito estufa, como dióxido de carbono e metano, que seriam emitidos pelos resíduos em aterros sanitários. Estamos convertendo essas formas de carbono em grafeno e adicionando esse grafeno ao concreto, diminuindo a quantidade de dióxido de carbono gerado na fabricação de concreto. Com o grafeno, temos um cenário ambiental em que todos ganham".

Com o novo processo, Tour espera produzir um quilograma de grafeno por dia dentro de dois anos, começando com um projeto recentemente financiado pelo Departamento de Energia dos EUA para converter carvão. "Isso poderia fornecer uma saída para o carvão em grande escala, convertendo-o de maneira barata em material de construção de valor muito mais alto", disse ele.

Fonte: Phys.org
https://olhardigital.com.br/ciencia-e-espaco/noticia/cientistas-descobrem-como-transformar-lixo-em-grafeno-em-um-flash/95924

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Fotos mostram evidências de vida em Marte, Ohio, afirma entomologista


Enquanto os cientistas se esforçam para determinar se há vida em Marte, a pesquisa do professor emérito William Romoser da Universidade de Ohio mostra que já temos as evidências, cortesia de fotografias de vários rovers de Marte.


O Dr. Romoser, especialista em arbovirologia e entomologia geral / médica, passou vários anos estudando fotografias do planeta vermelho que estão disponíveis na Internet. Ele encontrou vários exemplos de formas semelhantes a insetos, estruturadas de maneira semelhante às abelhas, bem como formas semelhantes a répteis, tanto como fósseis quanto criaturas vivas. Ele apresentou suas descobertas na terça-feira, 19 de novembro, na reunião nacional da Sociedade Entomológica da América, em St. Louis, Missouri .

"Houve e ainda existe vida em Marte", disse Romoser, observando que as imagens parecem mostrar criaturas fossilizadas e vivas. "Existe uma aparente diversidade entre a fauna de insetos marciana, que exibe muitos recursos semelhantes aos insetos terráqueos que são interpretados como grupos avançados - por exemplo, a presença de asas, flexão das asas, planagem / vôo ágil e elementos de pernas de várias formas".

Romoser disse que, embora os veículos marcianos, particularmente o veículo Curiosity, procurem indicadores de atividade orgânica, há várias fotos que mostram claramente as formas de insetos e répteis. Numerosas fotos mostram imagens em que os segmentos do corpo dos artrópodes, junto com as pernas, antenas e asas, podem ser retirados da área circundante, e um deles parece mostrar um dos insetos em um mergulho acentuado antes de puxar para cima antes de atingir o chão.

As imagens individuais foram estudadas cuidadosamente, variando os parâmetros fotográficos, como brilho, contraste, saturação, inversão etc. Nenhum conteúdo foi adicionado ou removido. Os critérios usados ​​na pesquisa de Romoser incluíram: Partida dramática do ambiente, clareza de forma, simetria corporal, segmentação de partes do corpo, forma repetida, restos esqueléticos e observação de formas próximas umas das outras. Posturas particulares, evidência de movimento, fuga, interação aparente, como sugerido por posições relativas, e olhos brilhantes foram considerados consistentes com a presença de formas vivas.

Inseto fóssil putativo em seu dorso com a cabeça no topo e com estruturas selecionadas rotuladas. Crédito: Análise do Dr. William Romoser
"Uma vez que uma imagem clara de um determinado formulário foi identificada e descrita, foi útil para facilitar o reconhecimento de outras imagens menos claras, mas não menos válidas, da mesma forma básica", disse Romoser. "Um exoesqueleto e apêndices articulados são suficientes para estabelecer a identificação como um artrópode. Três regiões do corpo, um único par de antenas e seis pernas são tradicionalmente suficientes para estabelecer a identificação como 'inseto' na Terra. Essas características também devem ser válidas para identificar um artrópode. organismo em Marte como inseto. Nestas bases, artrópodes podem ser vistos nas fotos do veículo espacial de Marte. "



Comportamento de vôo distinto era evidente em muitas imagens, disse Romoser. Essas criaturas se parecem vagamente com abelhas ou carpinteiras na Terra. Outras imagens mostram essas "abelhas" parecendo se abrigar ou aninhar em cavernas. E outros mostram uma criatura fossilizada que se assemelha a uma cobra.

Romoser, professor de entomologia na Universidade de Ohio por 45 anos e cofundador do Tropical Disease Institute, também passou quase 20 anos como pesquisador visitante de doenças transmitidas por vetores no Instituto de Pesquisa Médica do Exército dos EUA para Doenças Infecciosas. Entre 1973 e 1998, Romoser foi o autor e co-autor de quatro edições do amplamente utilizado livro "The Science of Entomology".

Romoser observou que as interpretações de criaturas semelhantes a insetos e répteis que ele descreveu podem mudar no futuro à medida que o conhecimento da vida em Marte evoluir, mas que o grande volume de evidências é convincente.

"A presença de organismos mais elevados de metazoários em Marte implica a presença de fontes e processos de nutrientes / energia , cadeias alimentares e teias e água como elementos que funcionam em um ambiente ecológico viável, se extremo, suficiente para sustentar a vida", disse ele. "Eu observei casos sugestivos de água parada ou pequenos cursos d'água com meandros evidentes e com o esperado embaçamento de pequenas rochas submersas, rochas emergentes maiores na interface atmosfera / água, uma área úmida do banco e uma área mais seca além da área úmida. A água em Marte foi relatada várias vezes, incluindo as águas superficiais detectadas por instrumentação no Viking, Pathfinder, Phoenix e Curiosity.

"A evidência da vida em Marte apresentada aqui fornece uma base sólida para muitas questões biológicas importantes, além de questões sociais e políticas", acrescentou. Também representa uma justificativa sólida para um estudo mais aprofundado ".

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

MISTÉRIO DOS CRÂNIOS DE CRISTAL



caveira de Mitchell-Hedges,
São cópias de crânios humanos feitas de quartzo, variando desde reproduções anatomicamente perfeitas a miniaturas deformadas. Algumas estão em museus, outras, com colecionadores, todas com supostos poderes mágicos e proveniência nebulosa. A caveira mais famosa foi supostamente encontrada entre ruínas maias de Belize, em 1926, por Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, filha adotiva do aventureiro britânico F.A. Mitchell-Hedges. Seus proprietários dizem que elas são eixos de energia, que curam, que permitem ver o futuro, que foram feitas por ETs, que emitem sons e luzes, entre outras propriedades sobrenaturais.

O que os cientistas acham delas?
Além dos "poderes" nunca terem sido comprovados, a origem dos objetos é suspeita. A caveira de Mitchell-Hedges, por exemplo, tem a maior cara de ter sido plantada. Para o antropólogo Andrea Cucina, especialista em ossos da Universidade Autônoma de Yucatán (o epicentro do mundo maia), "o fato de existir apenas um exemplar naquela região [os outros têm origem incerta] é um pouco estranho. Se fosse um elemento pré-colombiano, o normal seria encontrar vários exemplares, de diferentes tamanhos e lugares. Assim como não foram encontrados outros objetos maias de cristal de rocha, o que deixa ainda mais suspeito", diz.
Crânio de Mitchell-Hedges - Peça dupla de quartzo transparente. Pesa 5 quilos. Foi descoberto em Belize, nas ruínas de uma cidade maya, por Franck Mitchell-Hedges. Atualmente, está em Toronto, no Canadá, com Ana Mitchell-Hedges, filha adotiva de Franck. O cristal é uma cópia perfeita do crânio humano, exceto pelas têmporas, de forma circular.

Max, o crânio do Texas – Peça única de quartzo transparente. Pesa 8 quilos. Foi doada ao Parque de Houston, Texas, por um monge tibetano, que por sua vez o recebeu como presente dos habitantes de uma pequena vila na Guatemala.
Desde o ano passado, Max tem sido usado em cerimônias religiosas dos índios norte-americanos.

O crânio inglês – Peça única de quartzo transparente. Acha-se no Museu Britânico do Homem, em Londres, desde 1898.
Foi encontrado no México, em 1890, por um caçador de tesouros. É mais sombrio do que o crânio de Mitchell.
A face direita está deformada.

O crânio de Paris – Peça única de quartzo transparente. Também foi encontrado no México, em 1890.
Acha-se agora no Museu Trocadero, em Paris. Possui as mais primitiva das faces de todos os crânios pesquisados.
Tem um corte de cima para baixo, em forma de cruz.

O crânio violeta - Peça única, esculpida em ametista. Foi achado em um depósito de artefatos maias por um membro de uma fraternidade secreta do México, em 1900. Está no Texas e à venda.
Difere dos outros pela sua têmpora circular e uma faixa branca em torno de sua parte superior.

O crânio maia – Peça única de quartzo transparente, encontrada na Guatemala, em 1912, semelhante ao crânio de ametista.
Seu paradeiro atual é desconhecido.

O crânio “ET” – Peça única de quarzo opaco, descoberto no povoado de uma família maia na América Central, por volta de 1900.
A fronte é ponteaguda e os dentes são projetados para a frente.

O crânio peruano - Foi encontrado no nordeste do Perú.
Peça única de quartzo transparente, azulado na região dos olhos. Acha-se em mãos de uma tribo primitiva naquela região peruana.

O crânio do Smithsonian Institute - Recentemente, o Smithsonian Institute recebeu uma crânio de quartzo transparente, doado por fonte anônima. É grande, oco e pesa 14 quilos.

O mais avançado laboratório de cristalografia do mundo – o da Hewlett Packard, na Califórnia, EUA – chegou à conclusão de que os crânios possuem um mecanismo interno de lentes e prismas que o homem moderno só começou a dominar há bem pouco tempo.
Como explicar então que eles tenham sido moldados em época de nenhum recurso cientifico? Como foram criadas as imagens holográficas (em três dimensões) de discos voadores, sereias e golfinhos, vistas dentro dos crânios, se a holografia é também uma conquista recente?
Essas perguntas permanecem sem respostas, bem como é um mistério a idade desses cristais. Não foi feito o teste de Carbono 14, pois ele não funciona com materiais inorgânicos.
Por isso, o pesquisador norte-americano Joshua Shapiro, mais conhecido como “Illinois”, estado norte-americano onde nasceu, que há sete anos investiga o fenômeno, tem se valido de informações fornecidas por sensitivos. Captando a energia emitida pelos cristais, eles chegaram à conclusão de que os crânios devem ter por volta de 4 mil anos de idade. Segundo Shapiro, os crânios seriam espécies de computadores primitivos, onde estariam armazenadas as informações sobre a vida das culturas que os produziram.
É possível. O químico norte-americano Don Robins, no livro A Linguagem Secreta das Pedras (Editora Siciliano), diz que o cristal possui depósitos de energia, que é liberada em forma de mensagens codificadas quando a pedra entra em contato com o homem. Cabe a nós decifrá-las.
Até que isso aconteça, as especulações em torno dos crânios vão continuar. Shapiro, por exemplo, acredita que eles têm origem nos continentes perdidos da Atlântida ou da Lemúria ou ainda que sejam obra de extraterrestres.
“Páranormais com os quais temos trabalhado dizem que os crânios eram incialmente de osso humano e que foram transformados em cristais pelo poder da mente. Eles acreditam ainda que os crânios estão conectados de alguma forma a povos que vivem no interior da Terra”, conta Shapiro.




São nove os crânios pesquisados até agora por Shapiro. listados acima  .

Recentemente, o Smithsonian Institute recebeu uma crânio de quartzo transparente, doado por fonte anônima. É grande, oco e pesa 14 quilos.
Se deseja saber mais sobre os crânios estudados por Joshua Shapiro o site é:

http://www.v-j-enterprises.com/csartaus.html

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

DE FOGUETES A SATÉLITES: 5 INOVAÇÕES QUE SÓ FORAM POSSÍVEIS COM A CORRIDA ESPACIAL


Chegada do homem à Lua - Reprodução

JOSEANE PEREIRA PUBLICADO EM 16/07/2019

Nos 50 anos da Apollo 11, entenda como o desenvolvimento tecnológico do período gerou inovações nunca antes vistas
Grande parte da tecnologia que temos hoje se originou do empenho em enviar o homem à lua. Esse esforço, que atingiu o auge quando Neil Armstrong pisou na superfície de nosso satélite, gerou reverberações que ninguém poderia imaginar.

Confira abaixo algumas delas.

1. Foguetes


O primeiro satélite feito pelo homem, Sputnik 1, marcou o alvorecer da era espacial. Lançado em outubro de 1957, ele foi idealizado pelos soviéticos a partir da adaptação dos mísseis de longo alcance da Segunda Guerra Mundial, especialmente o alemão V-2.

Após esse primeiro impulso, as tecnologias foram mudando rapidamente: em abril de 1961, Yuri Gagarin foi o primeiro ser humano a sair da Terra. E em julho de 1962, o primeiro satélite comercial enviava sinais de TV através do Oceano Atlântico.

Hoje em dia, os foguetes são muito mais baratos de se lançar. Enquanto o veículo de lançamento do programa Apollo, Saturno V, custou o equivalente a 1 bilhão de dólares, o lançamento do atual foguete Falcon Heavy custou apenas 90 milhões. Saindo da superfície da Terra, esses foguetes continuam a nos trazer novidades inimagináveis.
. Satélites

A busca por uma força que levasse o ser humano à lua culminou com a construção de veículos que lançavam cargas às inimagináveis alturas de 34 a 36 mil quilômetros acima da superfície terrestre.

Posteriormente, esse impulso possibilitou que muitos satélites se alinhassem com a velocidade de rotação da Terra, permanecendo no ponto denominado órbita geossincrônica. Esses satélites são responsáveis pela comunicação ao redor do mundo, incluindo conexão à Internet e canais de televisão.
Somente no ano de 2018, mais de 380 satélites foram lançados, existindo hoje em dia um total de 4.987 em órbita. Dos satélites que operam atualmente, 40% permitem comunicações, 36% observam a Terra, 11% demonstram tecnologias, 7% melhoram navegação e posicionamento e 6% auxiliam pesquisas cientificas sobre a Terra e o Espaço.

3. Miniaturização e agilidade

Como a energia dispendida para que um objeto decole e alcance órbita é imensa, as missões espaciais têm limites restritos sobre quão grande e pesado seu equipamento pode ser. Esses limites fizeram com que a indústria espacial criasse versões menores e mais leves: até as paredes do módulo de pouso lunar foram reduzidas à espessura de duas folhas de papel.

Missões tripuladas exigiam sistemas mais complexos do que os anteriores. A tendência para construir aparelhos mais ágeis, leves e que consumissem menos energia gerou a tecnologia que conhecemos hoje.

Os dispositivos portáteis modernos executam instruções 120 milhões de vezes mais rápido que o sistema de orientação que permitia a decolagem da Apollo 11, afetando todos os aspectos da vida atual, da fabricação de automóveis ao uso de objetos domésticos, passando pela saúde e pelo iPhone que você carrega no bolso.

4. Rede global de estações terrenas

Associado ao pouso lunar de 1969, um passo importante foi dado na comunicação com veículos e pessoas fora da terra: a construção de uma rede global de estações terrestres, chamada Deep Space Network. A rede, que se compunha por grandes antenas que simulavam ouvidos, permitia que os controladores na Terra se comunicassem a qualquer instante com missões em órbitas terrestres ou além. 

Crucial para comunicação com os aventureiros da Apollo 11, a Deep Space Network também recebeu as primeiras imagens da TV de Neil Armstrong entrando na Lua. Essa rede, muito usada até os dias atuais, permite a comunicação com satélites muito distantes e monitora locais de exploração por sinais de rádio.

5. Olhar a Terra de longe

Uma das imagens recebidas pela Deep Space Network foi a de um pálido ponto azul a pender na escuridão do espaço. Essa simples imagem impulsionou movimentos em prol do meio ambiente, pela percepção de nosso planeta como único e compartilhado por todos. Pesquisas voltadas para a atmosfera superior de nosso planeta também foram possíveis, a partir das imagens tiradas pelo satélite não tripulado Explorer VI em 1959.

Desde então, temos tirado muitas fotos da Terra. Imagens de satélites são usadas para identificar a proliferação de algas e depósitos de petróleo. Reconhecemos também mudanças globais, como coberturas de geleiras e a proliferação de grandes metrópoles.

À medida que observa e aprende mais sobre o planeta Terra, a humanidade ganha mais consciência sobre o quão precioso e necessário ele é para a continuidade de nossa espécie – e das missões espaciais que podem nos levar muito mais além.
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-50-anos-da-apollo-11-5-inovacoes-que-so-foram-possiveis-com-a-corrida-espacial.phtml?fbclid=IwAR0wJz_DdBDiCMxQgRd2_DLhjWMORkh7FzABulMI6f6G-awoGazsZUW9ce4

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Segredos de artefatos misteriosos de pedra revelados em laboratório israelense


As origens desconhecidas de uma coleção de estatuetas misteriosas de Porto Rico, que há muito se acredita terem sido feitas por judeus das “10 tribos perdidas” exiladas da terra de Israel nos tempos antigos, agora estão mais perto de serem entendidas graças à tecnologia israelense.

Os objetos foram levados para Israel para análise no Laboratório de Análise de Uso e Desgaste do Instituto Zinman de Arqueologia da Universidade de Haifa, especializado em revelar como vários objetos foram feitos, quais ferramentas foram usadas para fazê-los e a era das técnicas e métodos. Ferramentas usadas.
A diretora do laboratório, Iris Groman-Yaroslavsky, confirmou que os objetos foram esculpidos no século 16, e ela descobriu evidências de que alguns deles eram revestidos com tinta dourada e vermelha.

"Esta é definitivamente uma das histórias mais estranhas e fascinantes em que estive envolvido", disse Groman-Yaroslavsky. “Até o momento, não encontramos objetos de arte em pedra entalhada semelhantes nesta região da América, e muitos pesquisadores supuseram que deviam ser falsos. No entanto, os testes microscópicos que realizamos mostram sem sombra de dúvida que as pedras foram esculpidas cerca de 600 anos atrás. ”
A história desses objetos, conhecida como Biblioteca de Agüeybaná, soa como a trama de um filme de Indiana Jones.

No século 19, um monge porto-riquenho chamado José María Nazario apresentou uma coleção de cerca de 800 estatuetas de pedra entalhada. Alguns tinham uma forma humana, enquanto outros pareciam itens artísticos ou rituais. Muitos foram gravados com uma forma de escrita anteriormente desconhecida.

Estatuetas ou objetos de arte semelhantes nunca foram encontrados nesta região da América, e as marcações não tinham nenhuma semelhança com os sistemas de escrita desenvolvidos pelos astecas ou maias.

Nazario afirmou que uma velha o convidara para sua cabana na montanha e contou a ele sobre um tesouro que sua família guardava há séculos. Ele disse que ela lhe deu instruções detalhadas para encontrar o tesouro. Nazario seguiu suas instruções e se dirigiu para as montanhas, chegando finalmente a um poço coberto por uma grande pedra, exatamente como a mulher lhe dissera. Quando ele removeu a pedra, ele encontrou centenas de estatuetas. Ele achava que esses objetos eram feitos por membros das 10 tribos perdidas de Israel.

Ao longo dos anos, diferentes pesquisadores levantaram várias sugestões sobre as pedras e as gravuras que eles carregam. Alguns sugeriram que enquanto algumas das pedras são autênticas, outras foram forjadas pela população local no século 19, quando viram o grande interesse que as estatuetas haviam criado. Outros estudiosos alegaram que todas as estatuetas foram forjadas pelo próprio Nazario.

Em 2001, um estudante de pesquisa chamado Reniel Rodríguez Ramos viu as pedras durante uma viagem de estudo e voltou a investigar depois de concluir seu doutorado em culturas pré-colombianas.

“Decidi estudar as pedras do zero - chegar a uma 'lousa limpa', sem suposições sobre se são reais ou falsas, e deixar as descobertas falarem”, explicou Rodríguez, agora professor da Universidade de Porto Rico.

Depois de uma longa pesquisa, Rodríguez chegou a Groman-Yaroslavsky. Ela confirmou que as pedras eram esculpidas na antiguidade.

"Sob o microscópio, podemos ver a erosão das pedras e a pátina marrom-cinza que normalmente é encontrada quando itens são enterrados ou expostos aos estragos da natureza por longos períodos", disse ela.

“Os itens são feitos de um mineral que era originalmente preto esverdeado, mas a erosão cobre as gravuras de todo o item, e não há evidências de qualquer manipulação moderna que exporia a superfície natural do mineral”, explica ela.

A análise também revelou restos de revestimento de ouro em alguns dos itens. Isso reforça a hipótese de que os itens foram usados ​​no culto antigo.

Também foram encontrados restos de uma tinta vermelha cobrindo partes dos olhos e bocas nas figuras, refletindo um processo complexo de design e acabamento. Minas de ouro e ocre podem ser encontradas em Porto Rico, e existem evidências extensas sobre o uso desses minerais em contextos rituais.

A associação com a atividade ritual tornou-se ainda mais aparente quando os detalhes do desenho facial foram examinados. "Os itens foram claramente atingidos por um objeto sólido, já que podemos ver destruição deliberada em torno do nariz e do queixo", disse o pesquisador israelense.

Rodríguez agora continua sua busca, trazendo a coleção a um especialista nos antigos sistemas de escrita da América pré-colombiana.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Usando balões para rastrear a poluição na estratosfera


Lançamento da preparação de um voo de balão com pressão zero na instalação de balões do Instituto Tata de Pesquisa Fundamental em Hyderabad, Índia.
Créditos: NASA
Nos últimos quatro anos, uma equipe de pesquisa internacional patrocinada pela NASA e pela Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO) estudou a camada de aerossol da tropopausa asiática (ATAL), uma área de partículas aprimoradas de aerossol que aparece no verão. Usando instrumentos de balão, a “Campanha de medição de balão da camada asiática de aerossol da tropopausa (BATAL)” coletou dados para entender melhor esse fenômeno atmosférico sazonal e seu potencial impacto nos recursos hídricos, ozônio, clima e clima.

Neste verão, a equipe coletou dados sobre gases traços e as propriedades de aerossóis e cristais de gelo. Os cientistas do Centro de Pesquisa Langley da NASA foram enviados à Índia para entender como a poluição na Ásia é transportada para a estratosfera durante a monção ativa de verão, um fenômeno anual que traz clima úmido e chuvas torrenciais para a Índia e o Sudeste Asiático.

Durante a recente implantação de verão nas instalações de balões do Instituto Tata de Pesquisa Fundamental em Secunderabad, Índia - um dos poucos lugares no mundo onde grandes cargas científicas podem ser lançadas até a estratosfera - a equipe da BATAL realizou 10 vôos de balão com cargas científicas que medem temperatura, pressão, ozônio, óxido de nitrogênio, vapor de água e aerossóis do solo à estratosfera. Para evitar o tráfego aéreo, a equipe começou sua pesquisa às 1h da manhã e trabalhou durante a noite para coletar dados.

O ATAL foi descoberto em 2011 pelo pesquisador Jean Paul Vernier, cientista do Instituto Nacional de Aeroespacial, com sede em Langley. Os dados do satélite de observação de satélites de satélite e aerossol de nuvens e aerossóis infravermelhos franceses (CALIPSO) detectaram a presença de aerossóis que ocorrem com frequência na troposfera superior durante o verão asiático das monções. Dados anteriores do sensor SAGE II forneceram pistas de uma possível camada. E no final dos anos 90, o lidar terrestre em Lhasa, no Tibete, detectou uma potencial camada de aerossol 10 a 20 quilômetros acima, o que foi confirmado com várias medidas de carga útil de balão sobre o platô tibetano.

"O ATAL se estende desde o oeste da China até o leste do Mar Mediterrâneo, e aparece todo verão durante as monções", disse Vernier.

O ATAL não apenas desempenha um papel potencial na precipitação de monções, como também permite que os aerossóis e poluentes, como carbono preto e sulfatos, cheguem à tropopausa tropical - uma porta de entrada para os aerossóis e poluentes serem injetados na estratosfera global. Isso pode ter implicações na maneira como as partículas são distribuídas pela atmosfera, porque o tempo de vida atmosférico das partículas é muito maior na estratosfera do que na troposfera.

Medindo o ATAL

Para entender a natureza e a origem do ATAL, uma equipe BATAL da NASA e do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS) viajou para a Índia para trabalhar ao lado de parceiros internacionais da NARL. Para coletar dados em grandes altitudes, eles lançaram cargas instrumentadas de balões da Índia e da Arábia Saudita para medir a concentração e o tamanho do aerossol, a concentração de ozônio, o vapor de água e os dados meteorológicos.

"A riqueza de dados coletados durante esta campanha, juntamente com outros dados de apoio, ajudará a quantificar a distribuição vertical e horizontal de poluentes", disse M. Venkat Ratnam, do Laboratório Atmosférico Nacional (NARL) na Índia.

Desde o início do projeto BATAL, vários vôos de balão foram organizados para coincidir com as passagens via satélite do CALIPSO. A equipe usou um sonda de retroespalhamento a bordo, chamado COBALD (Compact Optical Backscatter e AerosoL Detector), para comparar com as medições de retroespalhamento por satélite do instrumento CALIOP no CALIPSO. Durante a campanha BATAL de 2018, a equipe concluiu um voo de balão com o espectrômetro UV-Vis francês (SAOZ) para comparação com observações de satélite do SAGE III na Estação Espacial Internacional.

Neste verão, a equipe do CNRS operou com sucesso um espectrômetro visível ao nascer do sol para analisar os gases e aerossóis atmosféricos. O instrumento usado durante o BATAL foi adaptado para aplicações de balão na década de 1990 a partir da versão terrestre usada pela Rede para a Detecção de Alterações na Composição Atmosférica (NDACC).

Os primeiros resultados dentro do ATAL mostram um aumento de aerossol associado a nuvens de gelo e baixo vapor de água perto do limite entre a estratosfera e a troposfera. Os primeiros resultados também indicam uma interação aerossol-nuvem. É importante entender os efeitos do ATAL nas nuvens de cirro, pois elas podem impactar a precipitação da superfície e o balanço radiativo da atmosfera.

No verão de 2018, a equipe adicionou um novo instrumento in situ para estudar as propriedades dos cristais de gelo. Imaginando cristais de gelo dentro do ATAL, a equipe pode estudar como eles são formados.

"As medições in situ realmente nos ajudaram a entender e interpretar as observações de satélite e nos deram mais informações, como o tamanho e a provável composição dos aerossóis que povoam essa camada", disse Vernier.

No geral, a BATAL reuniu um conjunto de dados exclusivo que melhora a compreensão dos pesquisadores sobre o ATAL, enquanto valida os dados de satélite do CALIPSO e do Experimento Stratospheric Aerosol and Gas Experiment (SAGE III / ISS).

Colaboração Internacional

Os esforços contínuos de pesquisa da BATAL resultaram em mais de 80 lançamentos de vários instrumentos de três locais na Índia (Gadanki, Hyderabad e Varanasi) e um na Arábia Saudita.

BATAL é um esforço internacional colaborativo entre a NASA, ISRO e o Laboratório Nacional de Pesquisa Atmosférica. À medida que a colaboração avançava, outras organizações se uniram, o que aumentou as capacidades da pesquisa. Esses grupos incluíam o Instituto Tata de Pesquisa Fundamental, o Laboratório de Pesquisa Física e a Universidade Hindu de Banaras, o Laboratório de Física e Química do Meio Ambiente e do Espaço, CNRS / Universidade de Orleans, Suíça (Instituto Federal Suíço de Tecnologia) e Universidade Rei Abdullah de Ciência e Tecnologia da Arábia Saudita.

Denise Lineberry
Centro de Pesquisa Langley da NASA
https://www.nasa.gov/feature/langley/using-balloons-to-track-pollution-into-the-stratosphere

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Uma Promessa - Jeff Dahn, especialista em bateria da Tesla, elogia a nova química da bateria


À medida que a química da bateria melhora, a adoção do VE também deve.
Os fãs de veículos elétricos podem não pensar nas forças armadas como um impulsionador da inovação em baterias, mas é lógico se você pensar sobre isso. Os soldados do século XXI usam muitos equipamentos movidos a bateria e precisam de baterias leves para transportar, seguras e imunes a abusos - que são exatamente as características exigidas pelas baterias EV . 
Acima: especialista em bateria residente de Tesla, Jeff Dahn (Imagem:  Dalhousie University )

O Exército dos EUA está desenvolvendo uma nova tecnologia de bateria que atraiu a atenção do  luminar Jeff Dahn , que trabalha com Tesla na pesquisa de baterias.

Em  um novo estudo  publicado na revista Nature (via  Electrek ), pesquisadores do CCDC Army Research Laboratory e da Universidade de Maryland descrevem uma nova química de cátodos que é "completamente livre de metais de transição e [oferece] alta capacidade sem precedentes armazenando reversivelmente Li íon com alto potencial (~ 4,2 V). "

Os pesquisadores afirmam que podem atingir uma energia específica de 460 Wh / Kg. “Uma nova bateria de alta energia, segura e potencialmente flexível provavelmente dará aos soldados o que eles precisam no campo de batalha: uma fonte confiável de alta energia com tolerância robusta contra abusos”, disse o Dr. Kang Xu, químico sênior da ARL, acrescentando que a nova A tecnologia também poderia ser usada em "aplicações civis para eletrônicos portáteis, veículos elétricos e armazenamento em grade em grande escala".

acima: a pesquisa sobre bateria está mostrando promessa (Imagem:  Carregado )

“Essa nova química do cátodo está operando idealmente em nosso eletrólito aquoso 'água no sal' desenvolvido anteriormente [descrito] na Science em 2015, o que o torna ainda mais exclusivo - combina a alta densidade energética de sistemas não aquosos e alta segurança de sistemas aquosos ”, disse o principal autor Chongyin Yang.

"A produção de energia da bateria à base de água relatada neste trabalho é comparável à baseada em líquidos orgânicos inflamáveis ​​que não a água, mas é muito mais segura", disse o co-autor Chunsheng Wang. “Consegue cerca de 25% [mais densidade energética do que] uma bateria comum de telefone celular. O novo cátodo é capaz de armazenar, por grama, 240 miliamperes por uma hora de operação, enquanto o tipo de cátodo amplamente utilizado em telefones celulares, laptops e ferramentas (LiCoO 2 ) fornece apenas 120-140 miliamperes por hora por grama. ”

O professor Jeff Dahn foi um dos vários caixões de bateria que comentou as descobertas - ele chamou a nova química de bateria de "a mais criativa que já vi em pelo menos 10 anos".

"O fato de o LiCl e o LiBr converterem e formarem reversivelmente grafite intercalada com halogênio é realmente incrível", disse Dahn. “A equipe demonstrou uma reversibilidade encorajadora por 150 ciclos e demonstrou que altas densidades de energia devem ser atingidas em células de 4 volts que não contêm metais de transição nem solventes não aquosos. Resta ver se uma célula comercial de longa duração pode ser desenvolvida, mas estou muito empolgado com esta pesquisa. ”
Jeff Dahn, professor de física da Dal 

 Dr. Dahn e seu aclamado laboratório de baterias estão fazendo mais do que sua parte justa nesse sentido. Ele ganhou algumas das maiores honras científicas do Canadá, formou parcerias com líderes globais da indústria e desenvolveu a tecnologia de baterias de íon de lítio usada em produtos em todo o mundo hoje. 

Depois de receber seu diploma de bacharel em Dal em 1978 e um doutorado na Universidade da Colúmbia Britânica em 1982, ele finalmente retornou à sua graduação em alma mater em 1996 como Presidente de Pesquisa Industrial da 3M / NSERC. Desde o início, o Dr. Dahn e os alunos de seu laboratório se concentraram em inventar materiais que melhorassem as baterias de íon-lítio e reduzissem seus custos de produção. 

Seu trabalho tem sido tão influente que os materiais que eles inventaram agora são usados ​​em muitos tipos de baterias de íon-lítio em todo o mundo, particularmente aquelas comumente encontradas em ferramentas elétricas e veículos elétricos.

Embora ele não se goste, é claro que o Dr. Dahn se orgulha do que ele e sua equipe realizaram. "Fazemos coisas que ninguém mais faz", diz ele. “Temos construtores destemidos. Quando precisamos fazer um experimento onde o equipamento não existe, apenas o construímos. ” 

Em 2016, o Dr. Dahn se tornou o terceiro pesquisador Dal em quatro anos a ganhar a Herzberg Gold Medal, o principal prêmio do Canadá em ciências. Um ano antes, ele recebeu um dos Prêmios de Inovação inaugurais do Governador Geral. Essas podem parecer as realizações que marcam o culminar de uma carreira - mas o trabalho do Dr. Dahn está longe de terminar.

Em 2016, a Tesla Motors, empresa de carros elétricos e de armazenamento de energia fundada por Elon Musk, iniciou uma parceria de cinco anos com o Dr. Dahn, que espera levar a baterias mais duradouras e uma aceleração do seu sonho de construir baterias mais baratas e em massa. comercializar carros elétricos. Esse sonho se concentra na construção da Tesla de uma fábrica de US $ 5 bilhões em Nevada, que fornecerá as baterias de seus carros e praticamente dobrará a produção mundial de baterias de íons de lítio.   

Podemos obter o custo das células da bateria para menos de US $ 100 por kWh?
Indiscutivelmente, não existe um nome maior em tecnologia e pesquisa sobre bateria do que o professor Jeff Dahn. E quem melhor para entrevistá-lo e fazer todas as perguntas certas do que Sean Mitchell?

Em uma de suas aventuras recentes, Mitchell tem uma discussão com o lendário Jeff Dahn, que faz parte do espaço das baterias de íons de lítio há muitos anos (desde 1978!). Seu trabalho envolve a melhoria da tecnologia e da química das baterias para aumentar a densidade e a longevidade da energia enquanto diminui os custos. 
Jeff Dahn, chefe do grupo de pesquisa de baterias da Tesla em Halifax, fala sobre atingir o custo de US $ 100 kWh das células da bateria, remover o cobalto das células e muito mais em uma rara nova entrevista. 

Dahn é considerado pioneiro em células de bateria de íons de lítio. Ele trabalha nas baterias de íon de lítio praticamente desde que foram inventadas. Ele é creditado por ajudar a aumentar o ciclo de vida das células, o que ajudou na sua comercialização.

Seu trabalho agora se concentra principalmente em um aumento potencial na densidade e durabilidade da energia, além de diminuir o custo.