sexta-feira, 24 de junho de 2016

Cronologia da história dos anunnakis

1. ACONTECIMENTOS ANTERIORES AO DILÚVIO UNIVERSAL.
445.000 anos – Dirigidos por Enki, um dos filhos de Anu (rei de Nibirú), os Anunnaki chegaram à terra e fundaram Eridú (Estação Terra I), na região da Mesopotâmia, para extrair ouro das águas do Golfo Pérsico. Canalizaram as águas do golfo até uma usina de separação do metal dissolvido, porém era necessário processar um volume muito grande de água para conseguir poucos gramas de ouro. Enquanto uma equipe processava a água do mar, outra equipe pesquisava com suas naves, reservas de ouro nos mais diversos recantos da terra. Nessas andanças também descobriram um hominídeo bípede pouco mais evoluído que um símio.
430.000 anos – O clima da terra se suaviza. Chegou mais uma leva de Anunnaki, entre eles a meia-irmã de Enki, Ninharsag, oficial médico chefe. Nessa época, já contavam com mais de seiscentos Anunnaki sobre a face da Terra e 300 Igigi (operários, indicação de escritos sumérios) que tripulavam a Estação Espacial Intermediária orbitando a terra.
416.000 anos - Frente a escassez da produção de ouro, Anu chega a terra com Enlil, herdeiro do trono de Nibirú. Decidem obter o precioso metal através da mineração no sul da África onde foi localizada uma grande reserva pela equipe chefiada por um neto de Alalu. Tirando na sorte, Enlil consegue o mando da missão terra e se estabelece na estação de Eridú; Enki fica relegado às instalações da África. Quando Anu se vai da terra, um neto de Kumarbi, Alalu o desafia, contestando seu poder de dar o mando da missão a Enlil, pois havia sido ele quem descobriu as reservas no sul da África e inclusive ameaçando seu trono. Alalu – Dragão furioso Não gostou dessa divisão de terras, pois foi ele quem descobriu o ouro e achou traição dar o domínio do planeta Terra a Enlil, o herdeiro. Enlil implorou para que o grande ANU, a Terra em pessoa voltasse para lidar com Alalu, que pensava ser o rei aqui e dizia que ele deveria governar Nibiru também.
400.000 anos - Já tem sete assentamentos em funcionamento no sul da Mesopotâmia. Entre eles, o espaçoporto de Sippar, o centro de controle de missões espaciais Nippur, um centro metalúrgico em Badtibira e um centro médico em Shuruppak. O mineral chega em barcos desde a África; é refinado e enviado para as naves orbitais tripuladas pelos Igigi, e depois transferido para as naves espaciais de cruzeiro que chegam periodicamente de Nibirú.
380.000 anos - Ganhando o apoio dos Igigi, o neto de Alalu intenciona fazer-se rei nos domínios da terra. Os enlilitas (partidários de Enlil) vencem a guerra dos das estrelas. Nessa guerra o neto de Alalu juntamente com os Igigi revoltosos perdem e são expulsos da tripulação (anjos caídos) e condenados a passar o resto de seus dias na terra, sem poder fazer uso das tecnologias e afastados dos confortos que tinham nas naves e nas estações.
300.000 anos – Então, segundo um trecho da escrita suméria denominada “Épico de Atra Hassis”:
“Quando os deuses trabalhavam como homens” (Tábua 1, coluna 1, verso 1).
Os Igigi, vencidos pela fadiga, revoltaram-se contra os grandes deuses e negaram-se a continuar trabalhando. Cansados de escavar rios e canais, que deviam regar a terra e garantir a subsistência de todos os deuses, os Igigi queimaram significativamente suas ferramentas e cercaram a casa de Enlil, a quem coubera o controle da terra quando da repartição do Universo. Despertado durante a noite, Enlil convoca imediatamente Enki e Anu para uma reunião. Na assembléia dos Três Maiores, Enlil exige que se escolham alguns deuses para que sejam castigados na presença dos demais como exemplo para todos aqueles que ousaram subverter a ordem instituída. Anu, porém, pai de todos os deuses, atuando sempre como princípio moderador, ouviu as queixas deles e lhes deu razão, chegando a conclusão que a exploração de ouro deveria ser encerrada. Foi quando Enki teve a ideia de conseguir alguém para fazer o serviço pelos Anunnaki.
Enki e Ninharsag acham uma saída através, não da criação, mas da modificação de um humano primitivo já existente através da manipulação genética desse primata.
Nessa época perambulava pelo noroeste da África um hominídeo bípede, porém não tinham alcance suficiente para entender e obedecer a ordens. Seria necessário “colocar a Marca deles” (modificação genética) nos hominídeos primitivos existentes sobre a Terra. Esses hominídeos não eram criaturas humanas, nem símios; eles foram programados geneticamente para desenvolver as capacidades necessárias ao desempenho de serviços mais ingratos. Dessa forma, através da hibridação, os Anunnaki desenvolveram um modelo “hominídeo-padrão”, apto para desempenhar o papel de servo. Tinha boa estatura, era bípede com cinco dedos nas mãos um dos quais, polegar anteposto, o que conferia “habilidade manual” ao espécime. A capacidade de raciocínio e de desenvolver a inteligência eram suficientes para tarefas mais complexas. Estes se encarregariam dos trabalhos físicos dos Anunnaki, mas os primeiros seres nascidos dessa hibridização eram estéreis. Esses hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. A espécie hominídea matriz já não existe.
Nessa época, os trabalhadores dos campos, agricultores e criadores encarregados de prover alimento para todos, pleiteavam o direito de terem também escravos humanos que fizessem o seu serviço. Então reunindo naves e seguidores, Enlil ataca de surpresa às minas caçando indiscriminadamente famílias inteiras ou parte delas e os traz para a Estação Edin na Mesopotâmia. Dando-lhes a capacidade de procriar, mas não a permissão para tal. Todavia, uma população de servos híbridos inteligentes e férteis se formou, originando o homo sapiens.
Assim, nasceu na Mesopotâmia, entre os rios Eufrates e Tigre, a mais surpreendente civilização de todos os tempos, desenvolvendo grandiosas edificações, complexas organizações sociais e administrativas, códigos de leis, literatura (vários contos Épicos), dança e música. Todos os assentamentos eram presididos com duas jurisdições Sagradas e uma divindade, contando com a construção complexa de um Zigurate e um sacerdócio Anunnaki para governar através do código de justiça e da moralidade. Os sumérios deram início ao sistema cuneiforme de escrita, à ordem Sexagesimal utilizada ainda hoje por nossos matemáticos (nossa hora tem sessenta segundos por causa dos sumérios) e contavam com grandes conhecimentos de agricultura, astronomia, astrologia, carpintaria e metalurgia. Os sumérios também foram responsáveis pela descoberta do vidro, da roda, da cerâmica, das letras de nosso alfabeto, dos pesos e das medidas. Além de desenvolver o primeiro calendário de festivais religiosos de Nippur, o mesmo utilizado atualmente como Calendário Religioso Judaico.

200.000 anos – a vida na terra se retrai durante um novo período glacial.

100.000 anos – o clima esquenta de novo. Os “anjos caídos” (o neto de Alalu e os Igigi que foram expulsos das naves e estações e que por conseqüência ficaram privados de companhia feminina) tomam e casam com as mulheres humanas, ante o crescente mal estar de Enlil. Dessa união nascem os Nefilins, gigantes que por seu tamanho e força impõem um regime de terror por onde passam e não tendo ninguém com coragem suficiente para lhes fazer frente.

75.000 anos - começa a maldição da terra – uma nova glaciação. Tipos regressivos de homem vagam pela terra. O homem de Cro-magnon sobrevive.

49.000 anos – Enki e Ninharsag elevam os humanos do parentesco Anunnaki ao governo de Shuruppak. Enlil, enfurecido ante os desmandos dos Nefilins (Anaquins, Refains, Enins e demais gigantes) que não produzem nada e só destroem, tiranizam e prejudicam quem produz alimentos, pondo em perigo a sobrevivência dos Anunnaki, planeja a destruição da humanidade.

13.000 anos - ao descobrir que a passagem de Nibirú perto da órbita da terra vai desencadear uma imensa maré, Enlil faz com que os Anunnaki jurem manter segredo sobre a eminente calamidade, com o fim de manter na ignorância a humanidade.
11.000 anos – Enki rompeu com o juramento e dá instruções a Siusudra (Noé) para que construa um barco submergível. O dilúvio varre a terra; Os Anunnaki presenciam a destruição total desde sua nave orbital.


2. ACONTECIMENTOS POSTERIORES AO DILÚVIO

Depois que as águas baixam e a lama seca, os Anunnaki voltam à superfície da terra e têm uma surpresa, pois nem todos os humanos morreram. A princípio Enlil fica furioso, mas depois pondera e chega a conclusão que dessa maneira é dado um novo recomeço para a humanidade, agora sem as pessoas que subvertiam os valores morais dos Anunnaki. Enlil aceita conceder ferramenta e sementes aos sobreviventes da humanidade e assim recomeça a agricultura nas terras altas. Enki os ensina a domesticar e cuidar dos animais, e novamente se estabelece uma sociedade composta de agricultores e criadores para fornecer provisões para o povo, e governada pelos Anunnaki.

10.500 anos – Após o dilúvio os descendentes de Noé se repartem em três regiões: os descendentes de Sem dão origem aos Semitas e se instalam no que se conhece hoje como oriente médio; os descendentes de Cam, dão origem aos Camitas e à cidade de Canaã localizada a oeste do rio Jordão na Judéia e Palestina e os descendentes de Jafé, dão origem aos Jafetitas localizados na Ásia menor.
Ninurta, o principal filho de Enlil, faz represas nas montanhas e drena os rio para tornar habitável a mesopotâmia; Enki reclama o vale do Nilo. Os Anunnaki conservam a península do Sinai para fazer novo espaçoporto; se estabelece um centro de controle no monte Moria (futura Jerusalém).
Um dos filhos do regente, Enlil, ficou no comando do Centro de Controle da Missão em Nippur. Para Enki ficou a responsabilidade de controlar DURANKI, a ligação entre céu e Terra, com seus espaços portos, corredores de aterrissagem e sofisticadas torres de comando de vôos espaciais, dando informações de órbitas até hoje utilizadas pela astronomia mundial. Entre Nippur e Sippar construíram um corredor de aterrissagem onde o ponto focal era a característica topográfica mais visível do Oriente Médio “Os Picos gêmeos do Monte de Ararat”, onde fizeram também um Centro de Controle da Missão e um Porto Espacial. Assim, estabeleceram um novo trajeto de aterrissagem ancorado nos picos gêmeos de Ararat e nas pirâmides de Giza. Construíram uma vasta plataforma de pedra que sobreviveu ao dilúvio e que “o rei usava em busca de sua imortalidade” – “O Guid anna, o Touro do céu, do Épico de Gilgamesh”.

9.780 anos - Ra (Marduck), o primogênito de Enki, divide seus domínios sobre o Egito entre Osíris e Set.

9.330 anos – Set captura e desmembra a Osíris, e assume o domínio sozinho no vale do Nilo.

8.970 anos - Horus vinga seu pai Osíris lançando a primeira guerra da pirâmide. Set escapa para a Ásia, se apodera da península do Sinai e de Canaã.

8.670 anos – opostos ao controle resultante de todas as instalações espacial por parte dos descendentes de Enki, os enlilitas lançam a segunda guerra da pirâmide. O vitorioso Ninurta tira os equipamentos da grande pirâmide. Ninharsag, meia-irmã de Enki e Enlil, convoca uma conferência de paz. Reafirma-se a divisão da terra. Transfere-se o governo do Egito da dinastia de Rá (Marduck) a dinastia de Toth. Se constrói Heliópolis como cidade baliza substituta.

8.500 anos – Os Anunnaki estabeleceram postos avançados nas vias de entrada das instalações espaciais; Jericó é um deles.

7.400 anos – Seguindo com a era de paz, os Anunnaki concedem a humanidade novos avanços; começa o período neolítico. Os semideuses governam o Egito.

3.800 anos – Começa a civilização urbana em Sumer, quando os Anunnaki voltam a estabelecer as cidades de antigamente começando por Eridu e Nippur. Anu chega a terra em visita de protocolo. Constroem em sua homenagem uma nova cidade, Uruk (Erek); convertem seu templo na moradia de sua amada neta Inanna (Ishtar).


3. A REALEZA NA TERRA

3.760 anos - Se concede a realeza à humanidade. Kis na primeira capital, sob a égide de Ninurta. O calendário começa em Nippur. A civilização floresce em Sumer (a primeira região).

3.450 anos – A primazia em Sumer se transfere a Nannar (Sin. Marduck proclama Babilônia como porta dos deuses. O incidente da torre de Babel. Os Anunnaki confundem as línguas da humanidade. Frustrado o golpe Ra (Marduck) volta ao Egito, depõe a Toth e captura seu irmão pequeno Dunuzi que está prometido a Inanna. Dunuzi é assassinado por acidente; Marduck é aprisionado vivo na grande pirâmide. É libertado através de um conduto de emergência e foge para o exílio.
3.100 anos – 350 anos de caos finalizaram com a entronização do primeiro faraó egípcio em Menfis. A civilização chega a segunda região.

2.900 anos – Se transfere a realeza em Sumer e Erek. Para Inanna dão os domínios da terceira região; começa a civilização no vale do Indo.

2.650 anos – A capital real de Sumer começa a mudar. A realeza de deteriora. Enlil perde a paciência com as ingovernáveis multidões humanas.

2.371 anos – Inanna se apaixona de Sharru-Kin (Sargão). Este funda uma nova cidade capital, Àgade (Akad). Inicia-se o império Acádio.

2.316 anos – Com o objetivo de reinar sobre quatro regiões, Sargão se leva parte do solo sagrado da Babilônia. O conflito entre Marduck e Inanna volta a aparecer. Finaliza quando Nergal, irmão de Marduck, vem do sul da África para Babilônia e persuade a Marduck par que abandone a Mesopotâmia.

2.291 anos – Naran-Sin ascende ao trono de Acad. Dirigido pela guerreira Inamma, penetra na península do Sinai e invade o Egito.

2.255 anos – Inanna usurpa o poder na Mesopotâmia; Naram-Sim profana Nippur. Os grandes Anunnaki arrasam Ágade. Inanna escapa. Sumer e Akad ocupadas por tropas estrangeiras leais a Enlil e Ninurta.

2.220 anos – a civilização suméria alcança novas cotas sob a regência dos soberanos ILUMINADOS de Lagash. Toth ajuda a seu rei Gudea, a construir um Zigurate-templo para Ninurta.

2.193 anos – Téraj, pai de Abraão, nasce em Nippur, em uma família real-sacerdotal.

2.180 anos – O Egito é dividido; os seguidores de Ra (Marduck) conservam o sul; os faraós que se opõem a ele conseguem o trono do baixo Egito.

2.l30 anos – Enlil e Ninurta se distanciam cada vez mais dos assuntos humanos, com o que a autoridade central se deteriora na Mesopotâmia. O intento de Inanna para reconquistar a realeza para Erek não dura muito.


4. O SÉCULO FATÍDICO

2.123 anos – Abraão nasce em Nippur.

2.113 anos – Enlil confia as terras de Sem a Nannar; declara-se Ur como nova capital do império. Ur-Nammu ascende ao trono e ele se nomeia protetor de Nippur. Um sacerdote nipuriano-Teraj, o pai de Abraão chega a Ur, para estabelecer relações com a corte real.

2.096 anos – Ur-Nammu morre em batalha. O povo considera sua prematura morte como traição de Anu e Enlil. Teraj parte com sua família para Jarán.

2.095 anos – Shulgi ascende ao trono de Ur e fortalece os vínculos imperiais. Enquanto o império cresce, Shulgi sucumbe aos encantos de Inanna e se converte em seu amante. Concede Larsa aos elamitas, em troca de servi-lo como Legião Estrangeira.
2080 anos – Os príncipes tebanos leais a Ra (Marduck) empurram paro o norte baixo a Mentuhotep I. Nabu, filho de Marduck, ganha adeptos para seu pai na Ásia Ocidental.

2055 anos – Seguindo ordens de Nannar, Shulgi envia tropas elamitas para sufocar os distúrbios das cidades Cananéias. Os elamitas chegam às portas da península do Sinai e de seu espaçoporto.

2048 anos – Shulgi morre. Marduck se translada para o país dos Hititas. Abraão recebe ordem de ir ao sul de Canaã com um corpo de cavalaria de elite.

2047 anos – Amar-Sin (o bíblico Amrafel) se converte em rei de Ur. Abraão vai ao Egito e permanece ali por cinco anos e volta depois com mais tropas.

2041 anos – Dirigido por Inanna, Amar-Sin forma uma coalizão de Reis do Leste, e lança uma expedição militar contra Canaã e o Sinai. Seu líder é o elamita Kedorlaomer. Abraão detém o avanço nas portas do espaçoporto.

2.038 anos – Shu-Sin substitui Amar-Sin. As províncias ocidentais se inclinam cada vez mais por Marduck.

2.024 anos – Encabeçado por seus seguidores, Marduck marcha sobre Sumer, se entroniza na Babilônia. Os combates se estendem ao centro da Mesopotâmia. Se profana o santo dos santos de Nippur. Enlil exige um castigo para Marduck e Nabu. Enki se opõe, mas seu filho Nergal passa para o lado de Enlil. Enquanto Nabu comanda seus seguidores caneanos para ir tomar o espaçoporto, os grandes Anunnaki aprovam o uso de armas nucleares. Nergal e Ninurta destroem o espaçoporto e as pecadoras cidades caneanas.

2023 anos – Os ventos levam a nuvem radioativa à cidade de Sumer. As pessoas morrem de uma morte terrível, os animais perecem, a água está envenenada, a terra se faz estéril. Sumer e sua grande civilização jazem prostradas. Seu legado passa para a semente de Abraão quando com a idade de 100 anos, engendra um herdeiro legítimo: Isaac.
As fotografias da península do Sinai, realizadas do espaço, seguem mostrando uma gigantesca cavidade e uma visível fratura da superfície da terra ali onde tiveram lugar as primeiras explosões atômicas do mundo. Por toda a zona se acham espalhadas hoje em dia restos de rochas queimadas e enegrecidas, com uma proporção extremamente alta de isótopos de urânio 235, o qual indica, segundo os entendidos, a exposição dessas rochas a um imenso calor repentino de origem nuclear. Poderíamos dizer que a primeira explosão nuclear no mundo foi em 1945 d.C., no novo México, e não em 2.024 a.C. na península do Sinai. Agora a pergunta de milhão é: Como é possível que há 2024 anos tenha se produzido uma explosão nuclear se a bomba nuclear foi inventada há algo como meio século. As respostas já sabem, foram os Anunnaki na guerra dos deuses e os homens como conta Sitchin, os que viajaram do céu para a terra Os extraterrestres.

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